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SÃO PAULO – O dólar comercial opera em acentuada queda nesta quinta-feira após a forte alta de ontem, quando as declarações do presidente do STF (Supremo Tribunal Federal) repercutiram negativamente no mercado. Além disso, a maior liqüidez no mercado também colabora com a queda da moeda norte-americana. Nesse sentido, os investidores aguardam a entrada de cerca de US$ 1,2 bilhão captados no exterior por bancos e empresas brasileiras nas últimas duas semanas, além de outros US$ 315 milhões em captações ainda não concluídas pela Petrobras e pela Cemig. Assim, o dólar comercial opera em forte queda de 0,84%, cotado a R$ 3,297 na compra e R$ 3,299 na venda. No mercado paralelo, a moeda norte-americana opera negociada a R$
Na BM&F, o contrato futuro com vencimento em fevereiro ontem.
Marco Aurelio de Mello sinalizou que a reforma da Previdência deverá encontrar grandes dificuldades para ser aprovada. No entanto, a percepção dos investidores nesta quinta-feira é que as declarações do ministro refletem mais uma opinião pessoal do que o consenso que prevalece no poder Judiciário.
Entrada de recursos amplia liqüidez
Somente nesta quinta-feira, está previsto o ingresso de US$ 400 milhões provenientes de captações externas dos bancos Votorantim, Safra e Unibanco.
Dólar recua 0,84%
3,396, representando ágio de 3% em relação ao dólar comercial.
Com esta queda, o dólar acumula desvalorização de 6,96% em janeiro.
opera cotado a R$ 3.317,
forte baixa de 0,93% em relação ao fechamento
de R$ 3.348
da última quarta-feira. O contrato com vencimento em março, por sua vez, opera em forte baixa de 0,89%,
atingindo R$ 3.360 frente
a R$ 3.390 do fechamento de