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SÃO PAULO – Mantendo o ritmo de queda da abertura, o dólar comercial opera nesta quarta-feira (29) próximo a R$ 2,17, o equivalente a 0,7% de desvalorização. Resultados corporativos favoráveis nos EUA e na Europa garantem maior fôlego à renda variável.
Enquanto os investidores aguardam a decisão do Federal Reserve sobre a política monetária norte-americana, os números da Siemens chamaram a atenção do mercado ao ficarem melhores que o esperado. A DreamWorks, por sua vez, mais do que dobrou seu lucro líquido, atingindo a cifra de US$ 62,3 milhões entre janeiro e março.
Os sinais de melhora na cena corporativa foram sentidos também no mercado de commodities e, há pouco, a cotação do barril de petróleo subia de forma significativa em Nova York. Os números do PIB (Produto Interno Bruto) dos EUA vieram piores que o projetado, com contração de 6,1% no primeiro trimestre.
BC volta a intervir
Sem trazer muitas novidades desde a abertura, o Banco Central brasileiro não detalhou o leilão de compra e venda conjunta de moeda estrangeira que irá realizar no começo da tarde. Na véspera, a autoridade interveio no mercado de câmbio através de swaps.
O panorama doméstico conta ainda com a decisão do Copom (Comitê de Política Monetária) sobre a revisão na política monetária, com o segundo dia de reunião do colegiado. O resultado do IGP-M (Índice Geral de Preços – Mercado), divulgado pela manhã, também é bastante comentado comentado.
Mercado paralelo
No mercado paralelo, a moeda norte-americana está sendo negociada a R$ 2,4000 na venda, representando um ágio de 10,29% em relação ao dólar comercial.