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SÃO PAULO – Em dia tranqüilo para os mercados mundiais, o dólar comercial encerrou a sessão da sexta-feira (21) em baixa de 0,74%, cotado a R$ 1,869, menor patamar desde o dia 25 de julho. A tendência de queda se manteve a partir do início das negociações, com agenda fraca no plano internacional. Dados de influência no câmbio foram divulgados no Brasil.
Os mercados internacionais ainda refletem o otimismo decorrente do corte do juro básico norte-americano e alguns bons resultados corporativos. Não foram divulgados indicadores econômicos relevantes nos EUA. Perante o euro, a moeda atingiu seu patamar mais desvalorizado da história, sendo cotada a US$ 1,41.
Plano interno
Dentro do país, o Banco Central divulgou a Nota Setor Externo, demonstrando um avanço no saldo de investimentos estrangeiros (US$ 2,4 bilhões) e nas transações correntes no país (US$ 1,35 bilhão).
Ainda foram divulgados dados acerca da inflação, como o IPCA-15 e o IPCA-E. O primeiro registrou uma desaceleração no mês de setembro, com alta nos preços de 0,29%; já o segundo registrou alta de 0,95% no trimestre passado.
Mais uma vez, o Banco Central se ausentou da sessão, não realizando compra de dólares à vista no mercado, via leilão.
Confira as cotações
O dólar comercial fechou cotado a R$ 1,8670 na compra e R$ 1,8690
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na venda, baixa de 0,74% em relação ao fechamento anterior. No mercado paralelo, a moeda norte-americana encerrou o dia negociada a R$
2,1300, representando um ágio de 14,09%
em relação ao dólar comercial.
Com esta queda, o
dólar acumula desvalorização de 4,79% em setembro, frente
à baixa de 1,65% registrada no mês passado.
No ano a desvalorização acumulada da moeda norte-americana
já chega a 12,54%.
Dólar futuro na BM&F
também fechou em queda
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Na BM&F, o contrato futuro com vencimento em outubro
encerrou o dia cotado a R$ 1.870,
baixa de 0,74% em relação ao fechamento
de R$ 1.884
da última quinta-feira. O contrato com vencimento em novembro, por sua vez, fechou em baixa de 0,59%,
atingindo R$ 1.877 frente
à R$ 1.888 do fechamento de
ontem.