Dólar comercial reverte tendência da abertura e passa a operar em baixa

Reabertura de emissão de títulos da dívida externa do Tesouro Nacional e dados do setor imobiliário dos EUA são avaliados

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SÃO PAULO – Revertendo a tendência de alta vista no início das negociações, o dólar comercial dá continuidade ao movimento das três últimas sessões e passa a operar no campo negativo.

No âmbito doméstico, destaque para o anúncio da reabertura de emissão de títulos da dívida externa do Tesouro Nacional. A evolução do risco-país e a possibilidade de intervenções do Banco Central também são avaliadas pelos investidores.

No cenário internacional, chamam a atenção a evolução mais tranqüila do mercado de títulos públicos e os dados do mercado imobiliário norte-americano anunciados nesta terça-feira.

O Housing Starts apontou o recuo, em linha com as projeções de analistas, do número de casa que começaram a ser construídas nos EUA no mês de maio. Já o Building Permits registrou, no mesmo mês, crescimento acima do esperado do número de autorizações para a construção de imóveis no país.

Cotações do dólar comercial e do dólar futuro

O dólar comercial está sendo cotado a R$ 1,9010 na compra e R$ 1,9030 na venda, leve baixa de 0,11% em relação ao fechamento anterior. No mercado paralelo, a moeda norte-americana está sendo negociada a R$ 2,0600 na venda, representando um ágio de 8,36% em relação ao dólar comercial.

Na BM&F, o contrato futuro com vencimento em julho está sendo cotado a R$ 1.907,
leve baixa de 0,05% em relação ao fechamento
de R$ 1.908
da última segunda-feira. O contrato com vencimento em agosto, por sua vez, opera
em leve alta de 0,10%,
atingindo R$ 1.916 frente
a R$ 1.914 do fechamento de segunda-feira.