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SÃO PAULO – O dólar comercial responde ao clima mais ameno no mercado financeiro e inicia a semana com expressiva queda, sendo negociado próximo a R$ 2,11. O pacote de estímulo chinês, dados corporativos e a agenda doméstica completam a sessão.
Impulsionando os mercados na Ásia e na Europa, o plano de combate à crise na China reforçou o ânimo dos investidores, ao anunciar o uso de US$ 586 bilhões na medida. Entre os objetivos, o governo espera realizar investimentos no mercado imobiliário até 2010, além de sinalizar maior flexibilização na política monetária.
A medida parece ter reduzido um pouco as preocupações em relação à menor demanda por commodities no país, permitindo que boa parte das matérias-primas voltassem a ser cotadas com alta significativa nesta sessão. A cena corporativa também chama atenção, com destaque para o suporte do Fed à AIG e aos números do HSBC Holdings.
Plano doméstico
No front interno, a manhã conta com a edição atualizada do relatório Focus, que trouxe maiores previsões para os principais índices inflacionários de 2008. No mesmo sentido, confirmaram a perspectiva de aceleração da inflação as prévias do IGP-M (Índice Geral de Preços – Mercado) e do IPC-S (Índice de Preços ao Consumidor – Semanal).
O Banco Central dará continuidade à maratona de swaps cambiais, sendo ofertado cerca de 14 mil contratos nesta segunda-feira (10). A operação visa minimizar a valorização do dólar frente ao real e seguirá os mesmos passos das ocorridas nas sessões anteriores.
Confira as cotações
O dólar comercial está sendo cotado a R$ 2,1150 na compra e R$ 2,1170
na venda, forte baixa de 1,99% em relação ao fechamento anterior.