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SÃO PAULO – O dólar comercial perdeu forças em relação ao sentido apontado na manhã desta quinta-feira (31) e, por volta das 14h (horário de Brasília), operava com leve alta de 0,02%, cotado na venda a R$ 2,016. No dia pós-reunião do Copom (Comitê de Política Monetária), que decidiu por cortar em 50 pontos-base a Selic, os investidores avaliam os indicadores negativos divulgados pela economia norte-americana.
Nos EUA, a segunda prévia do PIB (Produto Interno Bruto) apontou avanço de 1,9% no primeiro trimestre de 2012, decepcionando as projeções dos analistas. Já o Chicago PMI (Purchasing Managers Index), que mede o nível de atividade industrial na região, atingiu 52,7 pontos, inferior às projeções do mercado, que apontavam para 57 pontos.
Ainda nos Estados Unidos, os norte-americanos conheceram o ADP Employment, do número de postos de trabalho no setor privado do país, que mostrou a adição de 133 mil novos empregos, contra expectativa de que fossem criados em 157 mil postos. O Initial Claims, dos números de pedidos de auxílio-desemprego em base semanal, foram observados 383 mil novas solicitações no país, contra expectativa de 368 mil solicitações.
Europa
No Velho Contiente, um referendo na Irlanda deverá decidir a adesão do país ao pacto fiscal da Zona do Euro nesta quinta-feira. O país foi um dos primeiros a sofrer com a crise do crédito soberano e pode necessitar de novos resgates por parte do FMI (Fundo Monetário Internacional) e UE (União Europeia).
Indicadores domésticos
Na nossa agenda, a produção industrial caiu 0,2%, segundo os dados sem influência sazonal da Pesquisa Industrial Mensal Produção Física divulgada nesta quinta-feira pelo IBGE (Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística). Mais tarde, o Banco Central publicou a Nota de Política Fiscal, mostrando que o superávit primário avançou para R$ 14,2 bi em abril.