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SÃO PAULO – Depois de mostrar certa instabilidade no início da sessão, o dólar comercial opera em leve alta na tarde desta segunda-feira, com o mercado dividido entre o fluxo positivo e a preocupação em torno do cenário externo.
O rendimento dos Treasuries atingiu 4,98% nesta segunda-feira, em seu maior patamar desde junho de 2002, gerando certa apreensão em torno de uma eventual perda de atratividade dos ativos dos mercados emergentes.
Também contribui para a valorização da divisa o fato do Banco Central ter realizado mais um leilão de compra de dólares nesta segunda-feira. Segundo fontes de mercado, a entidade teria aceitado 13 propostas, com taxa de corte de R$ 2,151. Amenizado a tendência de alta do dólar, a balança comercial apurou um saldo de quase US$ 1,3 bilhão na primeira semana de abril.
Dólar em leve alta
O dólar comercial opera cotado a R$ 2,1520 na compra e R$ 2,1530
na venda, alta de 0,19% em relação ao fechamento anterior. No mercado paralelo, a moeda norte-americana opera negociada a R$
2,3000, representando um ágio de 6,88%
em relação ao dólar comercial.
Apesar desta alta, o
dólar acumula desvalorização de 0,51% em abril, frente
à baixa de 1,65% registrada no mês passado.
No ano a desvalorização acumulada da moeda norte-americana
já chega a 7,32%.
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Dólar futuro na BM&F
também opera em alta
Na BM&F, o contrato futuro com vencimento em maio
opera cotado a R$ 2.167,
alta de 0,28% em relação ao fechamento
de R$ 2.161
da última sexta-feira. O contrato com vencimento em junho, por sua vez, opera em alta de 0,15%,
atingindo R$ 2.185 frente
à R$ 2.182 do fechamento de
sexta-feira.