Dólar comercial opera em alta, frente à instabilidade no cenário externo

Resultados corporativos nos EUA aquém do esperado adicionam volatilidade às negociações e aumentam aversão ao risco

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SÃO PAULO – Resultados corporativos aquém do esperado nos EUA influenciam a cotação do dólar comercial, que opera em alta nesta quarta-feira (16). Os fracos lucros trimestrais reforçam a preocupação com a saúde da economia norte-americana e aumentam o grau de aversão ao risco.

O banco JP Morgan Chase anunciou os resultados do quarto trimestre de 2007, reportando baixas contábeis de US$ 1,3 bilhão nas operações relativas ao subprime, e a Intel publicou um desempenho bem abaixo do esperado.

O momento é bastante delicado aos mercados financeiros, em meio à preocupação com uma eventual recessão nos EUA. Na véspera, a turbulência já havia sido bastante alta, sobretudo por conta de números decepcionantes do setor de varejo dos EUA.

Acompanhe as cotações

O dólar comercial opera cotado a R$ 1,7730 na compra e R$ 1,7750

na venda, forte alta de 1,26% em relação ao fechamento anterior. No mercado paralelo, a moeda norte-americana opera negociada a R$
2,0000, representando um ágio de 12,80%
em relação ao dólar comercial.
Apesar desta alta, o
dólar acumula desvalorização de 0,06% em janeiro, frente
à baixa de 0,89% registrada no mês passado.

No ano a desvalorização acumulada da moeda norte-americana
já chega a 0,06%.

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Dólar futuro na BM&F
também opera em alta

Na BM&F, o contrato futuro com vencimento em fevereiro
opera cotado a R$ 1.779,
forte alta de 1,43% em relação ao fechamento
de R$ 1.754

da última terça-feira. O contrato com vencimento em março, por sua vez, opera em forte alta de 1,54%,
atingindo R$ 1.785 frente
à R$ 1.758 do fechamento de

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ontem.