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SÃO PAULO – A despeito de mais um sinal de deflação no cenário doméstico, o dólar comercial opera em alta na tarde desta terça-feira, em movimento de ajuste após a forte queda na véspera, com investidores cautelosos com o desenrolar da crise política.
Nesta sessão, Waldemar Costa Neto, ex-deputado e presidente do PL, presta depoimento à CPI do Mensalão e, na próxima quarta-feira, Rogério Buratti, ex-assessor de Antônio Palocci, depõe na CPI dos Bingos.
Paralelamente às turbulências do front político, foi registrado mais um sinal de que as pressões inflacionárias estão de fato sob controle. O IPC-S apontou (Índice de Preços ao Consumidor – Semanal) deflação de 0,33%, o menor resultado da série histórica.
Dólar em alta
O dólar comercial opera cotado a R$ 2,4000 na compra e R$ 2,4030
na venda, forte alta de 0,80% em relação ao fechamento anterior. No mercado paralelo, a moeda norte-americana opera negociada a R$
2,6260, representando um ágio de 9,42%
em relação ao dólar comercial.
Com esta alta, o
dólar acumula valorização de 1,01% em agosto, frente
à baixa de 1,65% registrada no mês passado.
No ano a desvalorização acumulada da moeda norte-americana
já chega a 9,42%.
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Dólar futuro na BM&F
também opera em alta
Na BM&F, o contrato futuro com vencimento em setembro
opera cotado a R$ 2.422,
forte alta de 1,04% em relação ao fechamento
de R$ 2.397
da última segunda-feira. O contrato com vencimento em outubro, por sua vez, opera em forte alta de 0,92%,
atingindo R$ 2.450 frente
à R$ 2.428 do fechamento de
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ontem.