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SÃO PAULO – Após atuar no campo negativo durante a manhã, o dólar comercial inverteu sua tendência nesta tarde, agora cotado acima de R$ 1,90 – valorização próxima de 0,7%. Se mantida esta trajetória, será a sétima alta consecutiva da moeda, além de também renovar sua máxima desde julho.
No panorama doméstico, são avaliados os números da balança comercial, que registrou na última semana de agosto um saldo positivo de US$ 647 milhões, totalizando no acumulado do mês um superávit de US$ 3,074 bilhões.
A agenda dos EUA conta com eventos acerca do mercado imobiliário, com os indicadores Pending Home Sales e Construction Spending, e da atividade industrial, que superou as estimativas dos mercados após o ISM Index relatar 52,9 pontos em agosto, contra as projeções de 50,5 pontos.
A pauta econômica internacional também contou com a divulgação do PMI (Purchasing Managers’ Index) da China, que passou de 53,3 pontos em julho para 54 pontos em agosto, maior ritmo de expansão desde abril de 2008. Já na Europa, números do mercado de trabalho local estiveram em pauta.
Ainda no aguardo
Em sessão que marca o primeiro dos dois dias da reunião do Copom (Comitê de Política Monetária), o Banco Central brasileiro ainda não confirmou se irá realizar novas compras de dólares no mercado à vista.
Cotações do dólar
O dólar comercial opera cotado a R$ 1,9010 na compra e R$ 1,9030
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na venda, alta de 0,74% em relação ao fechamento anterior. No mercado paralelo, a moeda norte-americana opera negociada a R$
2,0000, representando um ágio de 5,21%
em relação ao dólar comercial.
No ano a desvalorização acumulada da moeda norte-americana
já chega a 18,57%.
Dólar futuro na BM&F
também opera em alta
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Na BM&F, o contrato futuro com vencimento em outubro
opera cotado a R$ 1.908,
alta em relação ao fechamento
de R$ 1.890
da última segunda-feira. O contrato com vencimento em novembro, por sua vez, opera em alta,
atingindo R$ 1.910 frente
à R$ 1.894 do fechamento de
segunda-feira.