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SÃO PAULO – Após abrir esta terça-feira (21) com nova queda, o dólar comercial mostra recuperação nesta tarde, refletindo a apreensão dos mercados acionários, operando com alta próxima de 0,4%. O Ibovespa atua no campo negativo, após iniciar o dia em alta.
A apreensão dos investidores reflete a renovação dos temores envolvendo a possibilidade de concordata do grupo de serviços financeiros norte-americano CIT Group. Ainda nos EUA, o discurso do presidente do Federal Reserve, Ben Bernanke, dizendo que a economia, apesar dos sinais de estabilização, não está livre de incertezas, também repercute.
Os resultados corporativos divulgados nesta sessão também são analisados, com destaque para o desempenho trimestral acima do esperado da Caterpillar e da Coca Cola. Por aqui, os balanços trimestrais da GVT e da Brasil Ecodiesel ainda repercutem.
Agenda
As vendas nas redes de lojas nos Estados Unidos recuaram 1,7% nas duas primeiras semanas de julho, quando comparadas ao mês anterior. Os números atuais não incluem a participação do Wall-Mart, que afirmaram que não irão mais reportar seus dados mensais, e ficaram aquém do esperado pelos analistas.
No panorama doméstico, o IGP-M (Índice Geral de Preços do Mercado) referente ao segundo decêndio de julho apontou deflação de 0,27%, após a variação positiva de 0,07% registrada no mesmo período do mês anterior.
Vale destacar que o Banco Central ainda não realizou novas intervenções no mercado de câmbio durante a manhã, deixando em aberto se voltará a adquirir moeda na parte da tarde. Na véspera, a autoridade mais uma vez ampliou suas reservas através de um leilão à vista.
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Confira as cotações do dólar
O dólar comercial opera cotado a R$ 1,9090 na compra e R$ 1,9110
na venda, alta de 0,37% em relação ao fechamento anterior. No mercado paralelo, a moeda norte-americana opera negociada a R$
2,0200, representando um ágio de 5,81%
em relação ao dólar comercial.
Apesar desta alta, o
dólar acumula desvalorização de 2,65% em julho, frente
à baixa de 0,61% registrada no mês passado.
No ano a desvalorização acumulada da moeda norte-americana
já chega a 18,23%.
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Dólar futuro na BM&F
também opera em alta
Na BM&F, o contrato futuro com vencimento em agosto
opera cotado a R$ 1.913,
alta em relação ao fechamento
de R$ 1.902
da última segunda-feira. O contrato com vencimento em setembro, por sua vez, opera em alta,
atingindo R$ 1.923 frente
à R$ 1.917 do fechamento de
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ontem.