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SÃO PAULO – Refletindo uma piora no humor externo, o dólar comercial passou por ajustes na sessão e voltou a encerrar em alta, após cinco quedas consecutivas e constantes renovações no patamar inédito em sete anos. Na quinta-feira (1), a moeda norte-americana avançou 0,86%, a R$ 1,750.
A maior aversão ao risco que predominou nos mercados externos, com as perspectivas dadas pelo Fed de uma possível interrupção do ciclo de afrouxamento monetário, impulsionou a divisa.
Paralelamente, o mercado apreciou diversos dados norte-americanos, como o Core PCE, que apontou inflação dentro do esperado em setembro, e o ISM Index, sinalizando um recuo maior do que o esperado no nível da atividade industrial no décimo mês do ano.
Balança comercial e atuação do BC
No País, os dados da balança comercial de outubro, que encerrou o mês com saldo positivo de US$ 3,439 bilhões, foram observados.
Pela tarde, o Banco Central realizou nova compra de dólares à vista, via leilão, fixando a taxa de corte em R$ 1,7528. Fontes do mercado afirmam que pelo menos duas propostas foram aceitas.
Acompanhe as cotações
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O dólar comercial fechou cotado a R$ 1,7480 na compra e R$ 1,7500
na venda, forte alta de 0,86% em relação ao fechamento anterior.No mercado paralelo, a moeda norte-americana encerrou o dia negociada a R$
2,0600, representando um ágio de 17,85%
em relação ao dólar comercial.
No ano a desvalorização acumulada da moeda norte-americana
já chega a 18,11%.
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Dólar futuro na BM&F
também fechou em alta
Na BM&F, o contrato futuro com vencimento em dezembro
encerrou o dia cotado a R$ 1.754,
alta de 0,69% em relação ao fechamento
de R$ 1.742
da última quarta-feira. O contrato com vencimento em janeiro, por sua vez, fechou em forte alta de 0,86%,
atingindo R$ 1.759 frente
à R$ 1.744 do fechamento de
quarta-feira.
Já o dólar pronto, que é a referência para a moeda norte-americana na BM&F, fechou esta sessão cotado a R$ 1,7475.
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Curva de FRA de cupom cambial
O FRA de cupom cambial, Forward Rate Agreement, referência para o juro em dólar no Brasil, fechou a 5,35% para janeiro de 2008, queda de 0,11 pontos percentuais em relação à cotação do último ajuste.