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SÃO PAULO – Refletindo sobretudo o comunicado do Fomc, que afirmou que os riscos de inflação ainda persistem nos EUA, o dólar comercial fechou em alta pela segunda sessão seguida nesta quarta-feira.
Conforme já era esperado pelo mercado, o Comitê de Mercado Aberto do Federal Reserve Bank manteve a taxa básica de juro dos EUA inalterada, em 5,25% ao ano.
Intervenção do BC
Acentuando a valorização da divisa, a autoridade monetária realizou um novo leilão de compra de dólares nesta sessão.
Segundo fontes do mercado, o BC aceitou cinco propostas, com taxa de corte definida em R$ 2,1725.
Fluxo positivo
Vale observar que, segundo dados divulgados pelo Banco Central, o fluxo cambial nos primeiros 10 dias úteis de setembro teve saldo positivo de US$ 2,598 bilhões. No final no mês anterior, o fluxo estava em US$ 1,291 bilhão.
Dólar comercial fecha em alta
O dólar comercial fechou cotado a R$ 2,1760 na compra e R$ 2,1780
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na venda, alta de 0,69% em relação ao fechamento anterior. No mercado paralelo, a moeda norte-americana encerrou o dia negociada a R$
2,3250, representando um ágio de 6,85%
em relação ao dólar comercial.
Com esta alta, o
dólar acumula valorização de 1,49% em setembro, frente
à baixa de 1,65% registrada no mês passado.
No ano a desvalorização acumulada da moeda norte-americana
já chega a 6,33%.
Dólar futuro na BM&F
também fechou em alta
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Na BM&F, o contrato futuro com vencimento em outubro
encerrou o dia cotado a R$ 2.182,
alta de 0,65% em relação ao fechamento
de R$ 2.168
da última terça-feira. O contrato com vencimento em novembro, por sua vez, fechou em alta de 0,73%,
atingindo R$ 2.196 frente
à R$ 2.180 do fechamento de
ontem.
Já o dólar pronto, que é a referência para a moeda norte-americana na BM&F, fechou esta sessão cotado a R$ 2,1765.
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Curva de FRA de cupom cambial
O FRA de cupom cambial, Forward Rate Agreement, referência para o juro em dólar no Brasil, fechou a 5,28% para novembro de 2006, queda de 0,04 ponto percentual em relação à cotação do último ajuste.