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SÃO PAULO – O dólar comercial terminou em recuo nesta terça-feira (17), pela segunda sessão seguida, renovando seu menor patamar desde janeiro de 1999.
A entrada de recursos no País, em dia de bom humor no mercado interno, derrubou a cotação da moeda, que também respondeu a sinais de enfraquecimento da economia norte-americana.
Isto porque indicadores econômicos dos Estados Unidos divulgados nesta sessão revelaram que a atividade do país ainda está em desaceleração, o que pesou sobre a cotação internacional da divisa.
Leilão do BC
O Banco Central realizou leilão de compra de dólares, que teve pouca influência sobre a taxa de câmbio. A operação ocorreu entre 12h26 e 12h36, de acordo com comunicado do Depin (Departamento de Operações de Reservas Internacionais). A taxa aceita ficou em R$ 1,6123.
Confira as cotações
O dólar comercial fechou cotado a R$ 1,6060 na compra e R$ 1,6080 na venda, forte baixa de 1,11% em relação ao fechamento anterior. No mercado paralelo, a moeda norte-americana encerrou o dia negociada a R$ 1,8300, representando um ágio de 13,95% em relação ao dólar comercial.
Com esta queda, o dólar acumula desvalorização de 1,23% em junho, frente
à baixa de 2,10% registrada no mês passado.
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No ano a desvalorização acumulada da moeda norte-americana
já chega a 9,46%.
Dólar futuro na BM&F
Na BM&F, o contrato futuro com vencimento em julho estava cotado a R$ 1.615,5, em
recuo em relação ao ajuste
de R$ 1.631,1290.
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da última segunda-feira. O contrato com vencimento em agosto, por sua vez, operava em baixa
atingindo R$ 1.628, contra
R$ 1.644,2160 do último ajuste.
Já o dólar pronto, que é a referência para a moeda norte-americana na BM&F, fechou esta sessão cotado a R$ 1,6080.
Curva de FRA de cupom cambial
O FRA de cupom cambial, Forward Rate Agreement, referência para o juro em dólar no Brasil, fechou a 2,80% para agosto de 2008, perda de 0,18 ponto percentual em relação ao último ajuste.
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