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SÃO PAULO – Em uma quarta-feira (24) de grande instabilidade no mercado de câmbio, o dólar comercial fechou em leve queda, reduzindo os ganhos acumulados na semana para 1,46%.
A redução das preocupações em relação ao futuro do aperto monetário nos Estados Unidos, após a divulgação de um indicador do mercado imobiliário norte-americano, deu forças ao movimento descendente da divisa.
Além disso, a desaceleração do IPCA-15 (Índice de Preços ao Consumidor Amplo-15), divulgado pela manhã também foi acompanhada pelo mercado. O índice avançou 0,37% em março, abaixo do 0,52% apurado em fevereiro e acumulando alta de 1,41% no primeiro trimestre.
BC comprou dólares no mercado à vista
Mantendo sua rotina diária, o Banco Central voltou a comprar dólares no mercado à vista nesta quinta-feira e, segundo operadores de mercado, a taxa de corte da operação teria sido de R$ 2,1580.
Dólar comercial recua
O dólar comercial fechou cotado a R$ 2,1530 na compra e R$ 2,1560
na venda, baixa de 0,23% em relação ao fechamento anterior. No mercado paralelo, a moeda norte-americana encerrou o dia negociada a R$
2,2800, representando um ágio de 5,90%
em relação ao dólar comercial.
Apesar desta queda, o
dólar acumula valorização de 0,70% em março, frente
à baixa de 1,65% registrada no mês passado.
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No ano a desvalorização acumulada da moeda norte-americana
já chega a 7,19%.
Dólar futuro na BM&F
também fechou em queda
Na BM&F, o contrato futuro com vencimento em abril
encerrou o dia cotado a R$ 2.159,
baixa de 0,37% em relação ao fechamento
de R$ 2.167
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da última quinta-feira. O contrato com vencimento em maio, por sua vez, fechou em baixa de 0,40%,
atingindo R$ 2.176 frente
à R$ 2.185 do fechamento de
ontem.
Já o dólar pronto, que é a referência para a moeda norte-americana na BM&F, fechou esta sessão cotado a R$ 2,1600.
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Curva de FRA de cupom cambial
O FRA de cupom cambial, Forward Rate Agreement, referência para o juro em dólar no Brasil, fechou a 4,15% para maio de 2006, alta de 0,08 ponto percentual em relação à cotação de ajuste da sessão anterior. Já o contrato referente a janeiro de 2007, encerrou a 4,63%, estável em relação ao fechamento da sessão anterior.