Dólar comercial fecha em forte queda e atinge menor patamar desde maio

A baixa liquidez por conta do feriado nos EUA e o saldo positivo da balança comercial brasileira contribuíram para queda

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SÃO PAULO – O dólar comercial fechou em forte queda nesta segunda-feira, atingindo o seu menor patamar desde o dia 11 de maio.

A sessão foi marcada, principalmente, pela baixa liquidez, por conta do feriado do Dia de Trabalho nos EUA nesta segunda-feira.

Além disso, o superávit de US$ 649 milhões da balança comercial, referente à quinta e última semana de agosto, também influenciou na desvalorização da divisa.

Atuação sem sucesso

Conforme já era esperado, o Banco Central fez uma nova intervenção no mercado de câmbio à vista nesta sessão, porém a atuação foi insuficiente para reverter a queda da moeda.

Segundo fontes de mercado, a taxa de corte foi definida em R$ 2,1295. O número de propostas aceitas não foi divulgado.

Dólar comercial fechou em forte queda

O dólar comercial fechou cotado a R$ 2,1210 na compra e R$ 2,1240

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na venda, baixa de 0,75% em relação ao fechamento anterior. No mercado paralelo, a moeda norte-americana encerrou o dia negociada a R$
2,3280, representando um ágio de 9,76%
em relação ao dólar comercial.
Com esta queda, o
dólar acumula desvalorização de 0,93% em setembro, frente
à baixa de 1,65% registrada no mês passado.

No ano a desvalorização acumulada da moeda norte-americana
já chega a 8,57%.

Dólar futuro na BM&F
também fechou em queda

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Na BM&F, o contrato futuro com vencimento em outubro
encerrou o dia cotado a R$ 2.134,
baixa de 0,74% em relação ao fechamento
de R$ 2.150

da última sexta-feira. O contrato com vencimento em novembro, por sua vez, fechou em baixa de 0,66%,
atingindo R$ 2.150 frente
à R$ 2.164 do fechamento de
sexta-feira.

Já o dólar pronto, que é a referência para a moeda norte-americana na BM&F, fechou esta sessão cotado a R$ 2,123.

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Curva de FRA de cupom cambial

O FRA de cupom cambial, Forward Rate Agreement, referência para o juro em dólar no Brasil, fechou a 5,25% para novembro de 2006, alta de 0,04 pontos percentuais em relação à cotação do último ajuste.