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SÃO PAULO – Seguindo a tendência da última sessão, o dólar comercial fechou em alta nesta sexta-feira, diante de nova intervenção do Banco Central no mercado de câmbio e de preocupações com a economia norte-americana.
Nesta manhã, foi divulgado o índice de confiança do consumidor norte-americano em agosto. O indicador recuou para 78,7 no período, ante 84,7 em julho, ficando também abaixo do esperado pelo mercado, que girava em torno de 84 pontos.
Esta redução do indicador aponta para um desaquecimento acima das expectativas da economia norte-americana, o que causa preocupação nos mercados financeiros.
Banco Central
Dando seqüência aos leilões de compra de dólares realizados diariamente pelo Banco Central desde o início de julho, a autoridade monetária fez nova intervenção no mercado de câmbio nesta sessão, impulsionando da moeda.
Segundo informações, o BC aceitou cinco propostas de quatro bancos, com taxa de corte definida em R$ 2,143.
Dólar comercial fecha em alta
O dólar comercial fechou cotado a R$ 2,1450 na compra e R$ 2,1480
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na venda, alta de 0,33% em relação ao fechamento anterior. No mercado paralelo, a moeda norte-americana encerrou o dia negociada a R$
2,3300, representando um ágio de 8,62%
em relação ao dólar comercial.
Apesar desta alta, o
dólar acumula desvalorização de 1,20% em agosto, frente
à baixa de 1,65% registrada no mês passado.
No ano a desvalorização acumulada da moeda norte-americana
já chega a 7,53%.
Dólar futuro na BM&F
também fechou em alta
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Na BM&F, o contrato futuro com vencimento em setembro
encerrou o dia cotado a R$ 2.152,
leve alta de 0,14% em relação ao fechamento
de R$ 2.149
da última quinta-feira. O contrato com vencimento em outubro, por sua vez, fechou em leve alta de 0,09%,
atingindo R$ 2.165 frente
à R$ 2.163 do fechamento de
ontem.
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Já o dólar pronto, que é a referência para a moeda norte-americana na BM&F, fechou esta sessão cotado a R$ 2,148.
Curva de FRA de cupom cambial
O FRA de cupom cambial, Forward Rate Agreement, referência para o juro em dólar no Brasil, fechou a 5,26% para outubro de 2006, queda de 0,1 pontos percentuais em relação à cotação do último ajuste.