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SÃO PAULO – Depois de fechar em desvalorização nas últimas cinco sessões, o dólar comercial manteve a tendência de abertura e encerrou em alta nesta sexta-feira, refletindo um movimento de ajuste de posições. A divisa acumulou queda de 2,83% na semana.
A moeda norte-americana repercutiu também a nova intervenção do Banco Central no mercado de câmbio. O BC realizou um novo leilão de compra de dólares à vista nesta sessão, influenciando na alta da divisa.
Segundo fontes de mercado, a autoridade monetária aceitou seis propostas na operação desta sexta-feira e definiu a taxa de corte em R$ 1,966.
Risco-país
Impedindo uma valorização mais expressiva da moeda, o risco-país, principal indicador de confiança dos investidores estrangeiros na economia brasileira, renovou o piso histórico intraday em 140 pontos-base, elevando a perspectiva de entrada de recursos.
Dólar comercial fechou em alta
O dólar comercial fechou cotado a R$ 1,9570 na compra e R$ 1,9590
na venda, alta de 0,41% em relação ao fechamento anterior. No mercado paralelo, a moeda norte-americana encerrou o dia negociada a R$
2,0890, representando um ágio de 6,75%
em relação ao dólar comercial.
Apesar desta alta, o
dólar acumula desvalorização de 3,78% em maio, frente
à baixa de 1,65% registrada no mês passado.
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No ano a desvalorização acumulada da moeda norte-americana
já chega a 8,33%.
Dólar futuro na BM&F
também fechou em alta
Na BM&F, o contrato futuro com vencimento em junho
encerrou o dia cotado a R$ 1.963,
alta de 0,43% em relação ao fechamento
de R$ 1.955
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da última quinta-feira. O contrato com vencimento em julho, por sua vez, fechou em alta de 0,15%,
atingindo R$ 1.967 frente
à R$ 1.964 do fechamento de
ontem.
Já o dólar pronto, que é a referência para a moeda norte-americana na BM&F, fechou esta sessão cotado a R$ 1,9585.
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Curva de FRA de cupom cambial
O FRA de cupom cambial, Forward Rate Agreement, referência para o juro em dólar no Brasil, fechou a 6,37% para julho de 2007, alta de 0,03 ponto percentual em relação à cotação do último ajuste.