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SÃO PAULO – Após operar sem rumo definido, o dólar comercial encerrou em leve alta nesta sexta-feira (6).
Após a divulgação da taxa de desemprego norte-americana em maio, que foi a maior em vinte anos, e o avanço recorde nos preços do petróleo, as principais bolsas dos EUA registram perdas expressivas.
Mesmo assim, o dólar apresentou reação modesta diante da intensa realização de lucros no mercado interno, apoiada pelo forte pessimismo no plano externo.
Leilão do BC
O Banco Central realizou leilão de compra de dólares no mercado à vista entre 11h42 e 11h52, de acordo com comunicado do Depin (Departamento de Operações de Reservas Internacionais). A taxa aceita foi de R$ 1,6287.
Confira as cotações
O dólar comercial fechou cotado a R$ 1,6320 na compra e R$ 1,6340
na venda, alta de 0,43% em relação ao fechamento anterior. No mercado paralelo, a moeda norte-americana encerrou o dia negociada a R$
1,8480, representando um ágio de 13,24%
em relação ao dólar comercial.
Com esta alta, o
dólar acumula valorização de 0,37% em junho, frente
à baixa de 2,10% registrada no mês passado.
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No ano a desvalorização acumulada da moeda norte-americana
já chega a 8,00%.
Dólar futuro na BM&F
Na BM&F, o contrato futuro com vencimento em julho estava cotado a R$ 1.643 em alta em relação ao ajuste de R$ 1.637,3830 da última quinta-feira. O contrato com vencimento em agosto, registrava avanço, atingindo R$ 1.655 frente à R$ 1.650,4430 do ajuste anterior.
Já o dólar pronto, que é a referência para a moeda norte-americana na BM&F, fechou esta sessão cotado a R$ 1,63350.
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Curva de FRA de cupom cambial
O FRA de cupom cambial, Forward Rate Agreement, referência para o juro em dólar no Brasil, fechou a 3,0% para agosto de 2008, perda de 0,05 ponto percentual em relação ao último ajuste.