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SÃO PAULO – O dólar comercial diminui as perdas, mas ainda permanece no terreno negativo na tarde desta quarta-feira (11).
Divulgado há pouco, o fluxo cambial acumulado nos cinco primeiros dias úteis de março ficou negativo em US$ 676 milhões, sinalizando piora em relação ao saldo positivo de US$ 841 milhões registrado em fevereiro.
O resultado negativo foi influenciado pelo saldo financeiro, que registrou um déficit de US$ 1,933 bilhão, com as vendas (US$ 5,505 bilhões) superando as compras (US$ 3,571 bilhões). Já o saldo comercial ficou positivo em US$ 1,258 bilhão, resultado de exportações de US$ 2,956 bilhões e importações de US$ 1,698 bilhão.
Agenda importante
O discurso do secretário do Tesouro dos EUA, Timothy Geithner, traz certo otimismo a Wall Street, após indicar que os investidores privados também poderão solicitar empréstimos federais para aquisição de ativos bancários, em uma ação que visa descongelar o crédito.
Já no Brasil, investidores aguardam a decisão do Copom (Comitê de Política Monetária) quanto ao rumo da Selic. Por ora, o mercado doméstico observa os indicadores IPCA (Índice de Preços ao Consumidor Amplo) e INCC (Índice Nacional de Custos da Construção Civil), que indicaram alta nos preços de 0,55% e 0,31% respectivamente, em fevereiro.
Acompanhe as cotações
O dólar comercial opera cotado a R$ 2,3400 na compra e R$ 2,3420
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na venda, baixa de 0,21% em relação ao fechamento anterior. No mercado paralelo, a moeda norte-americana opera negociada a R$
2,5000, representando um ágio de 6,84%
em relação ao dólar comercial.
Com esta queda, o
dólar acumula desvalorização de 1,22% em março, frente
à alta de 2,69% registrada no mês passado.
No ano a valorização acumulada da moeda norte-americana
já chega a 0,21%.
Na BM&F, o contrato futuro com vencimento em abril
opera cotado a R$ 2.350,
baixa de 0,32% em relação ao fechamento
de R$ 2.358
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da última terça-feira. O contrato com vencimento em maio, por sua vez, opera em baixa de 0,48%,
atingindo R$ 2.370 frente
à R$ 2.382 do fechamento de
terça-feira.