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SÃO PAULO – Após encerrar a véspera em baixa de 0,7%, o dólar comercial conserva a trajetória descendente nesta quinta-feira (9) e se aproxima da menor cotação desde 6 de janeiro, a R$ 2,18 – o equivalente a quase 0,9% de queda.
Há pouco, o clima nos mercados era de otimismo, com boa parte das bolsas de valores registrando ganhos enquanto os investidores ampliavam suas exposições à renda variável. O Ibovespa Futuro apontava avanço superior a 1%.
Informações do jornal The New York Times dão conta de que todos os bancos norte-americanos passaram no teste de estresse promovido pelo governo, apesar dos reguladores acreditarem que muitos ainda precisarão de ajuda para superar a crise.
Fluxo negativo
No âmbito doméstico, a agenda econômica conta apenas com a primeira prévia de abril do IPC-Fipe (Índice de Preços ao Consumidor – Fipe), que mostrou alta de 0,40% nos preços pesquisados – percentual idêntico ao apurado no mês passado.
Muitos investidores ainda comentam os números divulgados na véspera pelo Banco Central, que indicaram que o fluxo cambial de março ficou negativo em US$ 797 milhões. A cifra marca o retorno do fluxo ao campo deficitário, após o superávit de R$ 841 milhões em fevereiro.
Resultado acumulado
Com a
variação desta quinta-feira, a moeda norte-americana registra queda de 5,62%
neste mês de abril e uma desvalorização de 6,63% desde o início do ano.