Dólar comercial cai; ambiente externo favorece ativos de emergentes

Expectativa de corte na taxa de juro norte-americana impulsiona moeda brasileira; aversão ao risco diminui

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SÃO PAULO – O dólar comercial mantém trajetória de queda nesta terça-feira (29), com as tensões amenizadas pela expectativa de queda das taxas de juro nos EUA.

Com o início da reunião ordinária do Federal Reserve, investidores apostam em novos cortes das Fed Fund Rates, à espera de que a autoridade monetária norte-americana flexibilize a política monetária, frente aos temores de que a economia seja atingida por uma recessão.

Ademais, a agenda do dia trouxe dados sobre consumo de bens duráveis nos EUA acima do esperado pelo mercado. Com o clima mais favorável, os investidores voltam a posições consideradas de maior risco, o que favorece ativos de países emergentes, como o Brasil.

Confira as cotações

O dólar comercial está sendo cotado a R$ 1,7720 na compra e R$ 1,7740 na venda, baixa de 0,56% em relação ao fechamento anterior. No mercado paralelo, a moeda norte-americana está sendo negociada a R$ 2,0000 na venda, representando um ágio de 12,87% em relação ao dólar comercial.

Na BM&F, o contrato futuro com vencimento em fevereiro está sendo cotado a R$ 1.774,
baixa de 0,56% em relação ao fechamento
de R$ 1.784
da última segunda-feira. O contrato com vencimento em março, por sua vez, opera
em baixa de 0,48%,
atingindo R$ 1.781 frente
a R$ 1.789 do fechamento de segunda-feira.