Dólar comercial amplia perdas nesta tarde, operando com queda próxima a 1,5%

Indicadores otimistas e manutenção de ratings do Reino Unido e dos EUA favoreceram tendência otimista do mercado

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SÃO PAULO – Após os fortes ganhos vistos na sessão anterior, o dólar comercial acumula perdas nesta quinta-feira (4), operando com queda próxima a 1,4% nesta tarde.

Dentre os indicadores divulgados nos EUA, o Initial Claims apontou um pedido de auxílios-desemprego levemente acima das estimativas na semana encerrada em 30 de maio. Já a versão revisada da produtividade do mercado de trabalho mostrou um avanço de 1,6% no primeiro trimestre, acima dos 1,2% esperados.

Contribuindo para a menor aversão ao risco vista pelos investidores nesta sessão, a agência de análise de riscos Fitch reiterou nesta manhã os ratings para a dívida pública do Reino Unido e dos Estados Unidos. A agência destacou a força das duas economias e manteve as notas em “AAA”.

Outras referências

Apesar da queda das commodities metálicas estar afetando o desempenho das companhias produtoras da matéria-prima na sessão, a alta no preço do barril de petróleo e a especulação de que o Morgan Stanley será uma das primeiras instituições a devolver os aportes do governo norte-americano favoreceram para o bom humor dos investidores.

No âmbito interno, a produção industrial avançou numa média de 1,1% entre março e abril em 7 das 14 regiões pesquisadas pelo IBGE (Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística). Quem também subiu foi a produção total de veículos, que aumentou em 6,7% de abril para maio, segundo a Anfavea (Associação Nacional dos Fabricantes de Veículos Automotores).

Confira as cotações do dólar

O dólar comercial opera cotado a R$ 1,9380 na compra e R$ 1,9390

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na venda, forte baixa de 1,37% em relação ao fechamento anterior. No mercado paralelo, a moeda norte-americana opera negociada a R$
2,3000, representando um ágio de 18,68%
em relação ao dólar comercial.
Com esta queda, o
dólar acumula desvalorização de 1,82% em junho, frente
à baixa de 9,53% registrada no mês passado.

No ano a desvalorização acumulada da moeda norte-americana
já chega a 17,03%.

Na BM&F, o contrato futuro com vencimento em julho
opera cotado a R$ 1.951,
forte baixa de 1,27% em relação ao fechamento
de R$ 1.976

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da última quarta-feira. O contrato com vencimento em agosto, por sua vez, opera em forte baixa de 1,56%,
atingindo R$ 1.962 frente
à R$ 1.993 do fechamento de
quarta-feira.