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SÃO PAULO – O dólar comercial segue operando no campo positivo na tarde desta sexta-feira (15) influenciado pela deterioração do humor externo, com dados desfavoráveis sobre a economia norte-americana e fraco noticiário corporativo no país.
O índice que mensura a evolução da atividade industrial na região de Nova York apontou recuo em fevereiro, o que reforçou os temores de que a economia dos EUA enfrentará um período recessivo, podendo influenciar negativamente o crescimento da economia mundial.
Adicionalmente, a suspensão dos resgates de fundos da CSO Partners, subsidiária do Citigroup, evidenciando mais um capítulo da crise do setor financeiro disparada pelo crédito subprime, também aumentou a cautela entre os investidores e contribui para o mau humor da sessão.
Internamente, a agenda traz somente a divulgação do IGP-10, que no período de trinta dias até 10 de fevereiro, marcou inflação de 0,80%, 0,22 ponto percentual abaixo da taxa de variação apurada na medição anterior (+1,02%).
Confira as cotações
O dólar comercial opera cotado a R$ 1,7500 na compra e R$ 1,7520
na venda, leve alta de 0,11% em relação ao fechamento anterior. No mercado paralelo, a moeda norte-americana opera negociada a R$
1,9600, representando um ágio de 12,06%
em relação ao dólar comercial.
O
dólar acumula desvalorização de 0,51% em fevereiro, frente
à baixa de 0,66% registrada no mês passado.
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No ano a desvalorização acumulada da moeda norte-americana
já chega a 1,35%.
Dólar futuro na BM&F
Na BM&F, o contrato futuro com vencimento em março
opera cotado a R$ 1.755,
estável em relação ao fechamento
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da última quinta-feira. O contrato com vencimento em abril, por sua vez, opera em alta de 0,28%,
atingindo R$ 1.766 frente
à R$ 1.761 do fechamento de
ontem.