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SÃO PAULO – Entre indicadores econômicos favoráveis na Ásia, manutenção da taxa básica de juro na Inglaterra e na Zona do Euro e alta da taxa Selic, o dólar comercial abre o dia em queda, mantendo a tendência dos dois últimos fechamentos. Há pouco, a moeda registrava desvalorização de 1,14%, cotado a R$ 1,827 na venda.
Apesar da variação desta quinta-feira, a moeda norte-americana registra alta de 0,33% neste mês de junho e uma valorização de 4,93% desde o início do ano.
Vetores asiáticos
Minimizado os reflexos da crise fiscal europeia e comprovando ainda o vigor da economia da China, as exportações do gigante asiático saltaram 48,5% em maio, para US$ 131,76 bilhões, a maior cifra vista desde setembro de 2008.
Ainda na Ásia, a alta de 5% do PIB (Produto Interno Bruto) japonês na base anual também adiciona otimismo nos investidores nesta manhã. Cabe notar que a expansão de 1,2% na base trimestral supera o crescimento postado pelos Estados Unidos e também pela Europa nos três primeiros meses de 2010.
Política monetária em foco
Outro destaque do noticiário desta sessão fica por conta do BoE (Bank of England) e do BCE (Banco Central Europeu), que optaram por manter suas taxas básica de juro em 0,5% e 1% ao ano, respectivamente.
Já no Brasil, o Copom (Comitê de Política Monetária) elevou a taxa Selic para 10,25% ao ano, contudo, a alta já era esperada pelo mercado, conforme denotavam os dados da última edição do Relatório Focus, do Banco Central.
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Agenda
Destaque na agenda norte-americana, o déficit da balança comercial atingiu US$ 40,3 bilhões em abril. Já os pedidos de auxílio-desemprego caíram para 456 mil na semana passada, mas permaneceram acima das expectativas do mercado.
Dólar paralelo permanece em R$ 1,9700
No mercado paralelo, a moeda norte-americana está sendo negociada a R$ 1,9700, representando um ágio de 7,83% em relação ao dólar comercial.
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Confira a variação do dólar durante os últimos 30 dias:
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