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SÃO PAULO – Mantendo a trajetória declinante, o dólar comercial acumulou sua quarta desvalorização consecutiva nesta segunda-feira, encerrando a sessão em seu menor patamar em quase cinco anos.
Pela manhã, o Ministério do Desenvolvimento, Indústria e Comércio Exterior anunciou que, na segunda semana de fevereiro, as exportações brasileiras superaram as importações em US$ 881 milhões.
Os sinais positivos dos ingressos de recursos na economia brasileira mantém a moeda norte-americana em sua trajetória de desvalorização diante do real.
BC não vende todos os contratos de swap
Outro fator que pressionou a moeda norte-americana nesta sexta-feira foi a colocação inferior à máxima no leilão de swap cambial reverso desta sessão. A instituição vendeu 4.500, ou 98,9%, dos 4.550 contratos pretendidos, movimentando US$ 213,2 milhões.
O banco também atuou no mercado à vista de câmbio e, segundo operadores de mercado, teria aceitado 11 propostas, com corte a R$ 2,1540.
Dólar encerra em queda
O dólar comercial fechou cotado a R$ 2,1558 na compra e R$ 2,1560
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na venda, baixa de 0,46% em relação ao fechamento anterior. No mercado paralelo, a moeda norte-americana encerrou o dia negociada a R$
2,4000, representando um ágio de 11,33%
em relação ao dólar comercial.
Com esta queda, o
dólar acumula desvalorização de 2,62% em fevereiro, frente
à baixa de 1,65% registrada no mês passado.
No ano a desvalorização acumulada da moeda norte-americana
já chega a 7,19%.
Dólar futuro na BM&F
também fechou em queda
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Na BM&F, o contrato futuro com vencimento em março
encerrou o dia cotado a R$ 2.161,
baixa de 0,60% em relação ao fechamento
de R$ 2.174
da última sexta-feira. O contrato com vencimento em abril, por sua vez, fechou em baixa de 0,54%,
atingindo R$ 2.183 frente
à R$ 2.195 do fechamento de
sexta-feira.
Já o dólar pronto, que é a referência para o preço à vista da moeda na BM&F, fechou cotado a R$ 2,1530.
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Curva de FRA de cupom cambial
O FRA de cupom cambial, Forward Rate Agreement, referência para o juro em dólar no Brasil, fechou a 4,97% para junho de 2006, queda de 0,03 ponto percentual em relação à cotação de ajuste da sessão anterior. Já o contrato referente a janeiro de 2007, encerrou a 4,98%, queda de 0,04 em relação ao fechamento da sessão anterior.