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SÃO PAULO – A cotação do dólar segue em baixa, sendo negociada na menor cotação desde o início de abril deste ano, influenciada pela boa reação do mercado brasileiro à alta de 0,25 ponto percentual na taxa básica de juros da economia brasileira, agora em 16,25% ao ano e pelo otimismo em relação à recuperação da economia americana. Os Estados Unidos divulgaram, nesta quinta-feira, os índices do CPI e do Core CPI do mês de agosto, indicadores que medem a variação de preços ao consumidor no País. Ambos registraram inflação de 0,1%, abaixo da esperada pelo mercado, de 0,2%. O dólar comercial está sendo cotado a R$ 2,8900 na compra e R$ 2,8920 na venda, baixa de 0,38% em relação ao fechamento anterior. No mercado paralelo, a moeda norte-americana está sendo negociada a R$ 3,1000 na venda, representando um ágio de 7,27% em relação ao dólar comercial. Na BM&F, o contrato futuro com vencimento em outubro está sendo cotado a R$ 2.905,
O dólar abriu em queda de 0,41% e acentuou a tendência de queda registrando recuo de 0,52% no final da manhã.
Indicadores americanos animam mercado
Como a autoridade monetária norte-americana está atenta ao comportamento dos preços para definir o rumo da taxa básica de juro do país, o mercado de câmbio brasileiro deve seguir otimista com relação ao rumo da política monetária norte-americana.
A divulgação nesta quinta-feira do Initial Claims, que indica o número de pedidos de auxílio desemprego nos EUA, trouxe um pouco de tranqüilidade em relação à recuperação da economia americana. Apesar de o número de pedidos subir de 317 mil para 333 mil, o mercado projetava uma alta para 340 mil e o indicador foi bem recebido.
Dólar comercial opera em queda
Dólar futuro na BM&F também opera em queda
baixa de 0,53% em relação ao fechamento
de R$ 2.921
da última quarta-feira. O contrato com vencimento em novembro, por sua vez, opera
em baixa de 0,46%,
atingindo R$ 2.938 frente
a R$ 2.952 do fechamento de quarta-feira.