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SÃO PAULO – Pressionado pelo ingresso de recursos externos, o dólar comercial abriu em queda nesta sexta-feira. Porém, a atuação do Banco Central no mercado de câmbio e um movimento de ajuste realizado pelo mercado minimizam a desvalorização da moeda estrangeira.
O influxo de capital externo mantém a pressão sobre a divisa norte-americana, sendo que a melhora na percepção de risco para a economia doméstica também é um fator que favorece a captação de recursos no exterior.
Leilão do BC e espera por Copom
Em sentido oposto, o Banco Central realiza mais um leilão de swap cambial reverso, no qual oferece 4.550 contratos que poderão movimentar cerca de US$ 200 milhões em operações que, por terem o efeito de uma compra de dólares no mercado futuro, tendem a minimizar a queda do dólar.
Além disso, após a moeda norte-americana acumular desvalorização nos últimos pregões, os investidores aproveitam para ajustar suas posições e, com isso, também ajudam a minimizar a desvalorização do dólar.
Vale colocar que, na próxima semana, os investidores estarão atentos reunião do Copom (Comitê de Política Monetária) na qual a autoridade definirá a nova Selic. Segundo a Fator Corretora, as expectativas apontam para um corte entre 75 pontos base e um ponto percentual.
Dólar abre em leve queda
O dólar comercial está sendo cotado a R$ 2,1128 na compra e R$ 2,1130
na venda, leve baixa de 0,09% em relação ao fechamento anterior.
Com a
variação desta sexta-feira, a moeda norte-americana registra queda de 1,31%
neste mês de março e uma desvalorização de 9,04% desde o início do ano.
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Confira a variação do dólar durante os últimos 30 dias:
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