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SÃO PAULO – O dólar comercial inicia a sessão desta segunda-feira (18) cotado a R$ 1,5860 na venda, alta de 0,51%, refletindo a maior aversão a risco por conta do aperto monetário na China e de novos capítulos da crise fiscal na Zona do Euro, a despeito das novas projeções do mercado para o câmbio.
Além de projetar uma inflação maior em 2011 – 6,29% pelo IPCA (Índice de Preços ao Consumidor Amplo) -, o relatório Focus trouxe novamente uma queda no valor da mediana das projeções para o dólar no final do ano, passando de R$ 1,66 para R$ 1,63.
Já o IPC-S (Índice de Preços ao Consumidor – Semanal) apontou desaceleração da inflação na segunda semana de abril, passando de 0,89% para 0,83%, segundo dados divulgados pela FGV (Fundação Getúlio Vargas) nesta sessão.
Apetite
Entretanto, o noticiário externo conturbado desta sessão volta a afetar a demanda por ativos considerados como de maior risco, a exemplo dos de países emergentes. Neste contexto, a moeda norte-americana reduz a sua queda neste mês de abril para 2,76% – uma desvalorização de 4,81% desde o início do ano.
Rumores sobre uma reestruturação da dívida grega voltam a pressionar as bolsas na Europa. No entanto, o ministro de finanças da Grécia, George Papaconstantinou, afirmou que o país não possui nenhum plano para reestruturar sua dívida, ao passo que o FMI (Fundo Monetário Internacional) considera a situação grega como insustentável, segundo agências internacionais.
Outra notícias que limita o apetite por risco dos investidores é a confirmação do aumento em 0,5 ponto percentual da taxa de reservas de capital exigida pelo PBoC (Banco Popular da China) sobre os bancos do país, buscando limitar a oferta de crédito no país.
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Confira a variação do dólar durante os últimos 30 dias:
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