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SÃO PAULO – Em sua Nota de Mercado Aberto, divulgada nesta segunda-feira (24), o Banco Central apurou um estoque total da Dívida Pública Mobiliária Federal Interna (DPMFi) de R$ 1,021 trilhão no mês de março, alta de 1% em relação ao mês anterior, quando atingia R$ 1,01 trilhão.
O resultado da DPMFi deveu-se basicamente, segundo o Banco Central, à apropriação de juros. No período, a parcela de títulos atrelados à taxa Selic apresentou uma redução, enquanto a participação de títulos com remuneração prefixada foi elevada.
Percentual da dívida atrelada ao câmbio recuou
A parcela da DPMFi atualizada pela variação cambial recuou, enquanto, em sentido oposto, o percentual da dívida atualizada por índices de preços se elevou e manteve-se no intervalo estabelecido pelo PAF (Plano Anual de Financiamento).
Ademais, de maneira geral, o prazo médio das emissões em ofertas públicas apresentou leve aumento no período, ao passar de 54,97 meses para 55,16 meses.
Parcela de títulos prefixados subiu
Foi registrada um aumento da parcela dos títulos públicos prefixados na composição da DPMFi, passando dos 27,88% em fevereiro para 28,75% em março. Segundo o BC, o resultado foi conseqüência da emissão líquida de R$ 7,6 bilhões em LTN e NTN-F.
Já a parcela dos títulos atrelados à Selic na composição da DPMFi passou de 47,2% em fevereiro, para 45,64% em março, queda decorrente do resgate líquido de R$ 17,5 bilhões em LFT. Por sua vez, a participação dos títulos atrelados aos índices de preços subiu de 20,46% em fevereiro, para 21,23% em março.
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Já a participação dos títulos atrelados à variação cambial, considerando-se as operações de swaps, na composição da DPMFi passou de -1,4% em fevereiro para -1,6% em março, neste sentido, verifica-se uma posição ativa em câmbio de R$ 16,2 bilhões.