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SÃO PAULO – Em sua Nota de Mercado Aberto, divulgada nesta segunda-feira (24), o Banco Central apurou um estoque total da Dívida Pública Mobiliária Federal Interna (DPMFi) de R$ 1 trilhão no mês de junho, avanço de 1,70% em relação ao mês anterior, quando era de R$ 999,1 bilhões.
O resultado da DPMFi deveu-se basicamente, segundo o Banco Central, a emissão líquida de R$ 6,5 bilhões e apropriação de juros. No período, a parcela de títulos atrelados à taxa Selic apresentou um recuo, enquanto a participação de títulos com remuneração prefixada foi elevada.
Percentual da dívida atrelada ao câmbio aumentou
A parcela da DPMFi atualizada pela variação cambial caiu, enquanto o percentual da dívida atualizada por índices de preços teve leve recuo no período, ficando dentro do intervalo estabelecido pelo PAF (Plano Anual de Financiamento).
Ademais, de maneira geral, o prazo médio das emissões em ofertas públicas apresentou recuo no período, ao passar de 33,02 meses para 30,18 meses em junho.
Parcela de títulos prefixados subiu
Foi registrado um aumento da parcela dos títulos públicos prefixados na composição da DPMFi, passando dos 29,6% em maio para 31,45% em junho. Segundo o BC, o resultado foi conseqüência da emissão líquida de R$ 20,4 bilhões em títulos prefixados.
Já a parcela dos títulos atrelados à Selic na composição da DPMFi passou de 44,1% em maio, para 42,52% em junho, devido ao resgate líquido de R$ 13,2 bilhões em LFT. Por sua vez, a participação dos títulos atrelados aos índices de preços recuou para em 21,73% em junho.
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Já a participação dos títulos atrelados à variação cambial, considerando-se as operações de swaps, na composição da DPMFi passou para -1,4% em junho ante a parcela de -1,8% em abril, neste sentido, verifica-se uma posição ativa em câmbio de R$ 14,6 bilhões. Se desconsideradas as operações de swap a parcela da DPMFi atualizada pelo câmbio subiu de 2,5% para 2,29%, em função da apreciação do real frente ao dólar no período.