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Valor do Investimento
Até R$ 5.000


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Carteira mantém conservadorismo
A preferência pelos fundos de renda fixa decorre das fortes incertezas do momento político e econômico que o Brasil atravessa, de forma que a maior parte da carteira segue privilegiando aplicações em títulos de renda fixa, que possuem o melhor retorno para risco dentre as aplicações existentes no mercado.
A decisão de manter a maior parte da carteira aplicada em títulos de renda fixa pré-fixados reflete o fato de que, a tendência dos juros segue de queda, principalmente após a adoção do viés de baixa pelo Copom, o que beneficia estas aplicações. Já a manutenção dos investimentos em títulos pós-fixados reflete as incertezas no cenário político interno e as influências constantes do mercado internacional.
Para a parcela que pode ser aplicada por mais de dois anos, uma opção pode ser o investimento em fundos multimercados com ou sem renda variável. A opção pelos multimercados sem renda variável é destinada para quem quer diversificar da renda fixa e não quer se expor ao mercado de ações, mas pretende se beneficiar de possíveis altas do dólar.
Já a opção pelos multimercados com renda variável é indicada para quem quer pouca exposição à bolsa. Em um cenário de queda dos juros, as aplicações em renda variável devem ser beneficiadas, principalmente, quando considerados os baixos preços que os papéis vêm sendo negociados, embora as incertezas políticas quanto à sucessão presidencial ainda possam acabar reduzindo os ganhos com ações.
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Portfolio sugerido
50% títulos de renda fixa pré-fixado (CDBs-Pré, Poupança, fundos) 35% títulos pós-fixados (CDB pós e fundos DI); 15% multimercados com renda variável ou fundos de ações.