Dia do Eike: corretora se reúne com executivo e avalia empresas do grupo EBX

OGX Petróleo é a mais focada por Eike; perspectivas para outras empresas da holding também assumem viés otimista

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SÃO PAULO – Atenta às perspectivas para as companhias de Eike Batista, a Itaú Corretora promoveu um encontro com os CEOs (Chief Executive Officers) das empresas do grupo EBX e também com o próprio empresário. Notadamente, a companhia mais citada por Eike Batista foi a OGX Petróleo (OGXP3), a maior em seu atual portfólio.

No evento, a gerência da OGX confirmou os planos de venda de uma parcela de 20% a 30% dos blocos localizados na Bacia de Campos, no litoral do Rio de Janeiro. A companhia prevê um valor aproximado de US$ 10 a US$ 15 por barril, enquanto mantém uma visão otimista com base na existência de duas grandes acumulações (Pipeline-Etna e Waimea-Fuji).

O executivo Paulo Mendonça, diretor-geral da OGX, afirmou que a companhia já mapeou a estrutura geológica pertencente às áreas de produção da bacia de Campos, algo que, segundo ele, garante o otimismo com o qual a companhia avalia seu atual cenário.

MMX Mineração
Já em relação à MMX Mineração (MMXM3), divisão mineradora da holding de Eike, a administração acredita que ainda há potencial de valorização dos papéis baseado principalmente no baixo custo de produção do projeto chileno, abaixo de US$ 20 por tonelada, bem como por sua localização estratégica. A alta dos preços do minério de ferro também é posta como um elemento favorável para a empresa.

LLX Logística
Com a LLX Logística (LLXL3), o cenário traçado também é bastante otimista. O CEO da empresa, Otavio Lazcanno, destaca as recentes conversas para os novos negócios da companhia no porto de Açu, que já foram incluídos no recente estudo de viabilidade da Verax e deverão ser uma outra oportunidade bastante atrativa para a companhia.

MPX Energia
Por sua vez, o CEO da MPX Energia (MPXE3), Eduardo Karrer, acredita que, atualmente, os investidores estão pagando apenas pelas plantas de três projetos de energia da companhia. Segundo Karrer, outros projetos que estão sendo desenvolvidos pela companhia devem ser considerados como livres opções.

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Estes três projetos mencionados pelo executivo fazem referência à produção de gás natural em Parnaíba, licenças ambientais para novos projetos e projetos de carvão térmico na Colômbia. Ademais, as licenças ambientais para a construção de um porto colombiano devem ser obtidas entre o final deste ano e o começo de 2011, conforme declarações da diretoria da MPX.