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SÃO PAULO – Na última semana, o Copom (Comitê de Política Monetária do Banco Central) divulgou a ata de sua última reunião, na qual, conforme já esperado pelo mercado, o tom cauteloso com o cenário inflacionário prevaleceu.
A preocupação da autoridade monetária brasileira com a inflação corrente e com a deterioração das expectativas inflacionárias, na avaliação do banco HSBC, exerceu influência negativa sobre os títulos pré-fixados, uma vez que as taxas de prazo mais longo apresentaram alta.
Com a visão cautelosa da instituição com os títulos pré-fixados, novos investimentos em fundos de renda fixa perdem o atrativo.
Pressão adicional nos pré-fixados
Por mais que o HSBC mantenha sua projeção para a Selic em 11,25% ao ano durante 2008, a possibilidade de o Banco Central elevar a taxa básica de juro doméstica ficou maior, o que pode trazer pressão adicional sobre os papéis pré-fixados.
Apesar da visão pouco promissora para novos aportes na renda fixa, a recomendação para aqueles que já possuem aplicações neste produto é manutenção, já que o resgate ou a transferência para outros tipos de investimento implicaria na perda do benefício fiscal por tempo de permanência no fundo.