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SÃO PAULO – Não é muito incomum ouvir que distribuidoras de botijão de gás foram autuadas por venderem os recipientes com menos de 13 quilos do produto. Contudo, apesar da fiscalização, o consumidor acaba correndo o risco de pagar por uma determinada quantidade de gás e levar menos do que esperava.
Conforme o Instituto de Pesos e Medidas do Estado de São Paulo (Ipem-SP), é possível saber se o botijão tem mesmo o peso indicado. E isso é mais fácil do que se imagina.
Tara
Em cada recipiente está a tara, que fica próxima ao bocal do botijão. Esse é o nome técnico dado à diferença entre o peso do botijão em si e a quantidade de produto nele encontrado. O peso deve estar disposto de forma visível e legível.
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“Sabendo essa diferença, a pessoa pode pedir, na hora da compra, uma balança, o que todas as distribuidoras de gás têm”, explicou o chefe do núcleo de fiscalização de produtos pré-medidos do Ipem-SP, Paulo Lopes.
Fazendo a conta
Assim, é só fazer a conta: reduza a tara do peso total e veja se corresponde a 13 quilos. O instituto informa, no entanto, que existe uma tolerância de 150 gramas: tanto para mais, quanto para menos. “Vender o gás a mais também é uma irregularidade”, esclareceu Lopes.
Além disso, também é possível constatar no dia-a-dia se o gás vendido corresponde à quantidade paga. “Por exemplo: antes um botijão durava 21 dias. Depois, ele passou a durar 19. Se a pessoa não está consumindo mais, alguma coisa deve estar errada”, finalizou.
Quem quiser fazer uma denúncia ao Ipem-SP deve ligar para 0800-0130522.