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O déficit em conta corrente do Brasil alcançou 3,02% do Produto Interno Bruto em 2025, de 3,03% em 2024, de acordo com dados divulgados pelo Banco Central nesta segunda-feira (26).
Em dezembro, o país teve déficit em transações correntes de US$ 3,363 bilhões, bem menor do que a expectativa em pesquisa da Reuters de um saldo negativo de US$ 5,3 bilhões.
No mesmo período do ano anterior houve déficit de US$ 10,237 bilhões, e o Brasil fechou 2025 com um saldo negativo acumulado de US$ 68,791 bilhões, contra déficit de US$ 66,168 bilhões em 2024.
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Em dezembro, os investimentos diretos no país ficaram negativos em US$ 5,248 bilhões, contra resultado positivo de US$ 1,0 bilhão esperado na pesquisa e ante entrada de US$ 160 milhões em dezembro de 2024.
As saídas líquidas em participação no capital somaram US$ 7,3 bilhões, resultado de ingressos de US$ 4,1 bilhões em participação no capital exceto lucros reinvestidos, e saídas de US$11,4 bilhões em lucros reinvestidos, explicou o BC, dizendo que o valor negativo denota que, no mês, a distribuição de lucros superou os lucros auferidos. As operações intercompanhia somaram ingressos líquidos de US$ 2,1 bilhões
No ano passado, os investimentos diretos no país somaram US$ 77,676 bilhões, contra US$ 74,091 bilhões em 2024.
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No mês, a conta de renda primária apresentou déficit de US$ 9,224 bilhões, ante rombo de US$ 10,075 bilhões no mesmo período do ano anterior e fechou 2025 com um saldo negativo acumulado de US$ 81,347 bilhões.
Em dezembro, a balança comercial de bens teve superávit de US$ 8,814 bilhões, contra US$ 4,122 bilhões no mesmo mês de 2024, encerrando o ano passado com saldo positivo de US$ 59,952 bilhões.
Já o rombo na conta de serviços ficou em US$ 3,816 bilhões em dezembro, contra déficit de US$ 4,971 bilhões em dezembro do ano anterior, acumulando em 2025 saldo negativo de US$ 52,940 bilhões.