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SÃO PAULO – Em palestra realizada há pouco para diplomatas no Instituto Rio Branco, em Brasília, o ministro da Fazenda, Pedro Malan, descartou a adoção de novas medidas para conter a alta do dólar. Após o fechamento do acordo com o FMI (Fundo Monetário Internacional), o Banco Central suspendeu a injeção diária de US$ 50 milhões e o mercado segue na expectativa em relação à nova estratégia de intervenção do BC. Assim, nem mesmo o bom resultado da balança comercial, referente à última semana, conseguiu diminuir o pessimismo. No período, o superávit comercial atingu US$ 356 milhões, como resultado das exportações de US$ 1,169 bilhão comparadas com importações de US$ 813 milhões. No saldo acumulado do ano, a balança registra um superávit de US$ 4,440 bilhões. As exportações, no período, somaram US$ 33,129 bilhões e as importações, US$ 28,689 bilhões. Na BM&F, o contrato futuro com vencimento em setembro
Com isso, a moeda norte-americana intensificou a trajetória de alta nesta manhã e dispara 2,29%, sendo cotada a R$ 3,075 na compra e R$ 3,084 na venda. No mercado paralelo, o dólar está sendo negociado a R$
3,0360, representando deságio de 1,27%
em relação ao dólar comercial.
Superávit comercial avança em agosto
Dólar futuro na BM&F
também opera em alta
está sendo cotado a R$ 3.083,
alta de 0,26% em relação ao fechamento
de R$ 3.075
da última sexta-feira. O contrato com vencimento em outubro, por sua vez, opera
em forte alta de 3,75%,
atingindo R$ 3.097 frente
a R$ 2.985 do fechamento de sexta-feira.
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Confira a variação do dólar durante os últimos 30 dias:
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