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SÃO PAULO – Com as atenções voltadas para a flexibilização monetária realizada nos EUA, o dia foi extremamente positivo para as bolsas ao redor do globo e, assim, o risco-Brasil terminou com forte queda de 10 pontos, cotado a 497 pontos-base.
O Federal Reserve decidiu nesta terça-feira (16) levar o juro básico norte-americano para a faixa de 0% a 0,25% ao ano. O colegiado optou por ampliar ainda mais as condições de liquidez do mercado para rebater os impactos da crise. A taxa de redesconto também foi reduzida, para 0,50% ao ano.
Neste contexto, o preço dos Treasuries fechou com avanço, e os títulos da dívida externa brasileira acompanharam esse movimento. Vale lembrar que a relação entre a variação dos papéis do Tesouro norte-americano em relação aos Globais determina o indicador risco-Brasil.
Risco-Brasil recua
O indicador de risco-Brasil calculado pelo conglomerado norte-americano JP Morgan fechou a 497 pontos-base, queda de 10 pontos em relação ao fechamento anterior.
O principal título da dívida externa brasileira, o Global 40, fechou em alta de 0,92% nesta terça-feira, cotado a 120,20 centavos de dólar.
Confira abaixo a cotação do principal ativo da dívida externa brasileira:
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| Ativo | Último | Anterior | Var % |
| Global 40 | 120,20 | 119,10 | +0,92 |