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SÃO PAULO – Apenas sete de 19 postos de combustível do Interior e da capital de São Paulo visitados pela Fundação Procon em novembro apresentavam informações completas ao consumidor.
Conforme divulgou o órgão nesta quarta-feira (20), entre as irregularidades encontradas nos 12 estabelecimentos irregulares estavam a falta de documentação e de identificação das distribuidoras nas bombas e omissão de informação de preços.
Multa
A operação “De Olho na Bomba” faz parte de ação conjunta entre a fundação, o Instituto de Pesos e Medidas (Ipem), polícia e Secretaria da Fazenda do Estado de São Paulo.
Os fornecedores agora responderão a processo administrativo, e, caso não consigam justificar a ausência das informações, poderão ser multados de R$ 212,82 a R$ 3,192 milhões.
Avaliações
Segundo explicou o Procon por meio de nota, as blitze avaliam informações sobre preços em painéis e nas faixas na entrada dos estabelecimentos, diferença de valores nas bombas e procedência do combustível. Por exemplo: se o posto é bandeira branca (sem marca), é analisada a origem do produto.
Também são fiscalizados assuntos burocráticos, como documentação fiscal, além de veiculação de publicidade enganosa.
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Cidades e denúncias
As cidades visitadas foram São Paulo, Embu-Guaçu, Piracaia, Santos, Cajamar, Jandira, Itaquaquecetuba, Suzano e São José dos Campos.
Quem quiser fazer uma denúncia ou tiver dúvidas pode entrar em contato com o Procon por meio do telefone 151 ou no site www.procon.sp.gov.br.