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SÃO PAULO – Na esteira do front externo, o Ibovespa apresenta queda de 1,88% no início da tarde desta quinta-feira (25) e atinge 52.785 pontos, com volume financeiro de R$ 2,258 bilhões.
Em linhas gerais, as bolsas internacionais iniciaram a sessão buscando evitar um ajuste negativo após três sessões de alta acumulada desde o início da semana, porém, uma decepção com o indicador de emprego nos EUA impediu que Wall Street e, consequentemente, a Europa, mantivessem a trajetória positiva.
Para piorar, outros bancos de peso como UBS, Citigroup seguem cortando suas previsões de crescimento para a economia global em 2011 e 2012, enfatizando principalmente o cenário europeu, porém sem deixar de fora até mesmo a pujante China, trazendo uma pressão adicional ao mercado de ações.
Uma vez que o nervosismo, apesar de decrescente, ainda encontra-se em um patamar elevado, qualquer solavanco ou ajuste já resulta em perdas mais consideráveis nas bolsas internacionais.
Altas e baixas
O principal destaque negativo fica com as ações Telemar (TMAR5), que registram desvalorização de 5,91% e são cotadas a R$ 42,95. Com essa variação, a baixa acumulada desde o início do ano chega a -8,39%.
Por outro lado, o melhor desempenho fica com os papéis Santander (SANB11), que são cotados a R$ 14,08 e apresentam alta de 1,29%. Nesta manhã, o banco estendeu o programa de recompra de ações que tinha encerramento previsto para novembro deste ano para agosto de 2012.
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As maiores baixas dentre as ações que compõem o Ibovespa são:
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As maiores altas dentre as ações que compõem o Ibovespa são:
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Bolsas internacionais
Conforme já mencionado, os principais índices de Wall Street registram baixa ao redor de 1% refletindo novos cortes na perspectiva de crescimento, decepção com o indicador Initial Claims, que aponta o volume de pedidos semanais de auxílio desemprego, bem como, um ajuste negativo frente aos ganhos acumulados desde o início da semana.
Enquanto isso, na Europa, que chegou a ensaiar mais uma sessão de alta enquanto os EUA ainda estavam em pré-market, vê suas principais bolsas caminharem para fechamento com perdas próximas a 1%.
Juros e câmbio
As taxas dos principais contratos de juros futuros operam em alta nesta quinta-feira diante de indicadores domésticos apontando para crescimento da inflação e a menor taxa de desemprego registrada desde 2002. O foco dos agentes continua sendo, contudo, a próxima reunião do Copom (Comitê de Política Monetária).
Por fim, o dólar comercial está sendo cotado a R$ 1,6135 na compra e R$ 1,6150 na venda, alta de 0,25% em relação ao fechamento anterior.