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Na minha leitura, o Ibovespa voltou a subir após as fortes quedas recentes e encerrou a última sessão com alta de 0,72%, aos 178.365 pontos, após oscilar entre a mínima de 177.103 pontos e a máxima de 179.575 pontos. Apesar da recuperação, sigo entendendo o movimento como um repique técnico dentro do fluxo corretivo iniciado após a máxima histórica em 199.354 pontos.
Pelo gráfico diário, observo que o índice continua negociando abaixo das médias móveis de 9 e 21 períodos, mantendo o cenário técnico fragilizado. O rompimento recente de regiões importantes de suporte reforça a possibilidade de continuidade das baixas em direção a patamares inferiores. O IFR (14) em 34,19 se aproxima da região de sobrevenda, o que pode favorecer movimentos de recuperação no curtíssimo prazo. Ainda assim, o fluxo predominante segue vendedor.
Para que o índice consiga dar continuidade à recuperação, considero importante o retorno acima das regiões de 181.900/187.780/192.890 pontos e, posteriormente, da resistência em 196.725 pontos, com alvo mais longo no topo histórico em 199.354 pontos. Acima disso, o Ibovespa poderia voltar a mirar a região psicológica dos 200.000 pontos.
Por outro lado, a retomada do fluxo de baixa ganha força com a perda da faixa de 176.787/175.050 pontos. Caso esse patamar seja rompido, vejo potencial para aceleração das quedas, com suportes em 171.815/166.295 pontos.
Gráfico de 60 minutos
No gráfico de 60 minutos, observo uma reação técnica, embora o índice ainda permaneça negociando abaixo das médias de 9 e 21 períodos, o que mantém cautela no curtíssimo prazo.
Para continuidade da alta, será necessário superar a faixa de resistência em 179.375/180.515 pontos. Caso isso aconteça, o índice pode buscar 181.900/182.870 pontos, com extensões em 185.585/187.930 pontos.
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Por outro lado, caso volte a perder a região de suporte em 176.785/175.050 pontos, o fluxo vendedor pode ganhar força novamente, com alvos em 171.815/168.835 pontos e projeções mais longas na faixa de 166.295/163.570 pontos.

Minicontratos
Os contratos de mini-índice (WINM26), com vencimento em junho, encerraram a última sessão (13/05) com alta de 0,87%, aos 179.105 pontos, em movimento de recuperação após as fortes baixas recentes.
Em resumo, observo um mercado tentando construir um repique técnico após o movimento mais esticado de baixa, favorecido também pelo IFR próximo da sobrevenda. Ainda assim, o viés principal segue negativo no curto prazo. Para o pregão, a disputa entre o suporte em 180.385/180.100 e a resistência em 180.815/181.550 tende a ditar a direção dos negócios.
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No gráfico de 60 minutos, apesar da recuperação da última sessão, o índice continua abaixo das médias, o que exige cautela com novas pressões vendedoras.

O minidólar (WDOM26) encerrou a última sessão (15/05) em queda de 0,42%, aos 5.007 pontos, devolvendo parte da forte alta registrada anteriormente e retomando o fluxo vendedor no curto prazo.
Na minha leitura, o minidólar passou por um movimento de correção após a forte recuperação da última quarta-feira. No gráfico de 15 minutos, o primeiro suporte relevante está em 4.992,5/4.964,5, enquanto a primeira resistência aparece em 5.017,5/5.040, regiões decisivas para o próximo direcionamento.
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No gráfico de 60 minutos, o ativo segue acima das médias, embora já apresente sinais de enfraquecimento após a perda de força compradora.

Na minha leitura, os contratos futuros de Bitcoin (BITK26), com vencimento em abril, encerraram a última sessão em alta de 1,32%, aos 409.820 pontos, registrando o segundo avanço consecutivo e reforçando um viés mais positivo no curto prazo.
Pelo gráfico diário, observo que o ativo segue dentro de uma estrutura lateral mais ampla, com as médias móveis de 9 e 21 períodos praticamente estáveis, mas já demonstrando um viés levemente positivo. O preço continua negociando acima dessas médias, o que preserva a força compradora no curto prazo. Além disso, o IFR (14) em 61,39 permanece em zona neutra, mas próximo de níveis que indicam fortalecimento do momentum altista.
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Para o próximo movimento, entendo que a perda da região de 378.980/360.059 pontos pode reacender a pressão vendedora, abrindo espaço para quedas até 336.570/331.465, com alvo mais longo em 305.902/288.590 pontos.
Por outro lado, a continuidade da alta dependerá da superação da faixa de 410.120/437.540 pontos; acima desse patamar, vejo potencial para avanço até 449.630/479.315, com projeções mais longas em 492.060/517.440 pontos.

Suporte e resistência
Confira, agora, os principais pontos de suporte e resistência para os minicontratos de dólar e de índice para esta sexta-feira (15).

Confira mais conteúdos sobre análise técnica no IM Trader. Diariamente, o InfoMoney publica o que esperar dos minicontratos de dólar e índice.

