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SÃO PAULO – Com a queda de 0,81% registrada na segunda-feira (11), o Ibovespa testou a faixa dos 68.000 pontos, voltando para a máxima do candle do pregão de 30 de março, patamar que foi o propulsor do movimento de alta acompanhado entre 31 de março (dia do rompimento) e 5 de abril.
Além do teste, o mercado fechou abaixo da média móvel de 180 dias (68.355 pontos), agora resistência imediata do índice, segundo a equipe da Focques Analistas Técnicos. Para a Focques, a perda em fechamento dos 67.820 pontos, por onde passa a média móvel de 200 dias e a LTA (Linha de Tendência de Alta) de curto prazo, anula o cenário altista formado no início deste mês e abre espaço para os 67.525 pontos (média móvel de 40 dias) e 67.460 pontos (média móvel de 10 semanas).
Do outro lado, mantendo-se acima dos 68 mil pontos, situação provável por conta do importante suporte testado e a queda consecutiva do volume financeiro desde o topo em 70.000 pontos, e, consequentemente, ultrapassando a média móvel de 180 dias, a Focques projeta principal resistência nos 68.950 pontos (média móvel de 10 dias) – “média de reversão total para alta”.
Para ficar de olho!
Seguindo o exemplo do Ibovespa, as ações do setor bancário foram testar no pregão passado suas antigas resistências rompidas no último pregão de março, conforme o índice ultrapassou sua congestão que durou cerca de dois meses. Um exemplo são os papéis ordinários do Banco do Brasil (BBAS3).
O rompimento da faixa de R$ 29,00 no dia 31 de março gerou um bom de entrada atrativo para um trade mais curto, já que era uma operação de Squeeze contra a tendência. Na última segunda-feira, as ações voltaram testar o patamar, que coincide com a LTA vinda desde o fundo em R$ 27,40.
Caso o papel sustente nesta terça-feira (12) a faixa dos R$ 29,00 com um volume acima da média, pode ser armado um setup de pullback (entrada no rompimento da máxima do último candle), pois o trader teria a confirmação da manutenção do importante suporte. Vale lembrar que esta é uma operação teoricamente de médio risco, uma vez que o ativo encontra-se em tendência de alta terciária, mas em uma secundária de baixa, portanto é muito recomendável o ajuste adequado do stop loss e do position sizing frente ao cenário.
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Ganhando força compradora em razão do pullback, as ações voltam a mirar os R$ 30,00/30, por onde passa a LTB de médio prazo. Ultrapassando a faixa, a equipe do Bradesco vê novas resistências em R$ 30,70, R$ 31,80 e R$ 32,50.
O cenário traçado para uma possível operação de compra será anulado ante a perda dos R$ 28,90, abrindo espaço para uma venda, de olho nos suportes de R$ 28,20 e principalmente em R$ 27,35, traça o Bradesco. Abaixo da mínima anual, realização até R$ 26,60, finaliza o banco.
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