Dados dos EUA e elevação no rating do Brasil conferem nova queda ao risco-país

Núcleo do PCE em linha com o esperado pesa a favor; indicador de risco renova menor patamar desde novembro de 2007

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SÃO PAULO – Respondendo ao clima favorável em Wall Street traçado pelos bons dados econômicos sobre os EUA, o risco-país renova seu menor patamar desde novembro de 2007, cotado a 185 pontos-base. A notícia de que a Fitch, após a S&P, elevou o rating da dívida do Brasil em moeda local e estrangeira também impactou na queda do indicador de risco.

O núcleo do índice de preços PCE (Personal Consumption Expenditures), uma das medidas inflacionárias preferidas do Fed, marcou elevação de 0,1% em maio. O indicador ficou em linha com as projeções e se sobrepõe aos dados sobre a renda e o consumo dos cidadãos do país no mesmo período, que avançaram, porém, ficaram abaixo do registrado no mês anterior.

A notícia de que a agência de risco Fitch Ratings elevou a classificação do País para grau de investimento, segundo relatório publicado na tarde da última quinta-feira, também merece destaque. A nota foi elevada de “BB+” para “BBB-“.

Risco-país em movimento de queda

O indicador de risco-país calculado pelo conglomerado norte-americano JP Morgan opera a 185 pontos-base, queda de 7 pontos em relação ao fechamento anterior.

O principal título da dívida externa brasileira, o Global 40, opera em alta de 0,78% na tarde desta sexta-feira, cotado a 136,35 centavos de dólar.

Confira abaixo a cotação do principal ativo da dívida externa brasileira:

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Ativo Último Fech. Anterior Var %
Global 40 136,35 135,30 +0,78