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SÃO PAULO – Após encerrar em valorização na última sessão, o dólar comercial fechou em queda nesta sexta-feira, por conta dos dados sobre a inflação nos EUA divulgados pela manhã.
Tanto o CPI, índice de preços ao consumidor, quanto o núcleo do indicador, que exclui as variações nos preços mais voláteis, ficaram em linha com o esperado no mês de agosto. Ambos registraram alta de 0,2%, trazendo um prognóstico favorável à política monetária norte-americana.
Neste sentido, a maioria dos investidores dá como certo o fim definitivo das elevações da Fed Funds Rate, atualmente em 5,25% ao ano.
Banco Central: atuação sem sucesso
Conforme já era esperado, impedindo uma desvalorização mais significativa da moeda, o Banco Central realizou um novo leilão de compra de dólares nesta sessão.
Segundo fontes do mercado, a autoridade monetária aceitou nove propostas, com taxa de corte definida em R$ 2,1551.
Dólar comercial fechou em queda
O dólar comercial fechou cotado a R$ 2,1500 na compra e R$ 2,1530
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na venda, baixa de 0,51% em relação ao fechamento anterior. No mercado paralelo, a moeda norte-americana encerrou o dia negociada a R$
2,3340, representando um ágio de 8,56%
em relação ao dólar comercial.
Apesar desta queda, o
dólar acumula valorização de 0,42% em setembro, frente
à baixa de 1,65% registrada no mês passado.
No ano a desvalorização acumulada da moeda norte-americana
já chega a 7,32%.
Dólar futuro na BM&F
também fechou em queda
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Na BM&F, o contrato futuro com vencimento em outubro
encerrou o dia cotado a R$ 2.159,
baixa de 0,60% em relação ao fechamento
de R$ 2.172
da última quinta-feira. O contrato com vencimento em novembro, por sua vez, fechou em baixa de 0,41%,
atingindo R$ 2.173 frente
à R$ 2.182 do fechamento de
ontem.
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Já o dólar pronto, que é a referência para a moeda norte-americana na BM&F, fechou esta sessão cotado a R$ 2,152.
Curva de FRA de cupom cambial
O FRA de cupom cambial, Forward Rate Agreement, referência para o juro em dólar no Brasil, fechou a 5,35% para novembro de 2006, queda de 0,02 ponto percentual em relação à cotação do último ajuste.
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