Cyrela, Direcional, Ambipar, Eletrobras, Camil e mais ações para acompanhar hoje

Confira os principais destaques do noticiário corporativo desta sexta-feira (10)

Felipe Moreira

Ativos mencionados na matéria

Painel na B3, em São Paulo, Brasil, em 17 de dezembro (Bloomberg)
Painel na B3, em São Paulo, Brasil, em 17 de dezembro (Bloomberg)

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O radar corporativo desta sexta-feira (10) tem como destaque os dados operacionais das construtoras Cyrela (CYRE3), Direcional (DIRR3), Mitre (MTRE3), Cury (CURY3) e Plano&Plano (PLPL3). Além disso, a Camil (CAML3) teve baixa de 33,7% no lucro no 2º trimestre.

Já o tráfego de veículos em rodovias da Motiva (MOTV3) cresceu 1% no 3º trimestre.

Eletrobras (ELET3; ELET6) conclui venda de térmicas para grupo J&F.

Enquanto isso, o BTG Pactual (BPAC11) passou a deter 49,71% da Veste SA Estilo (VSTE3).

Confira mais destaques:

Ambipar (AMBP3)

A Ambipar venceu o Bradesco na Justiça de São Paulo, segundo o jornal Valor. O banco acusava a empresa de fraudar credores e pediu restrições ao controlador Tercio Borlenghi, mas a juíza Ana Laura Correa Rodrigues, da 3ª Vara Cível, negou o pedido e extinguiu o processo, afirmando não haver indícios de ocultação ou dissipação de bens.

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Eletrobras (ELET3; ELET6)

A Eletrobras (ELET3; ELET6) anunciou nesta quinta-feira que vendeu a usina termelétrica movida a gás natural Santa Cruz, no Rio de Janeiro, para o Grupo J&F, dos irmãos Batista, sucessora da Âmbar Energia no acordo. A Eletrobras recebeu R$ 703,5 milhões com a operação.

A usina era a última de um pacote de 13 térmicas cuja venda foi anunciada pela Eletrobras em junho do ano passado para a Âmbar Energia, braço de energia da holding do Grupo J&F. Segundo comunicado da Eletrobras, o negócio gerou um total de R$ 3,6 bilhões. As outras 12 usinas estão localizadas no Amazonas.

Smartfit (SMFT3)

A rede de academias de ginástica Smartfit (SMFT3) anunciou nesta quinta-feira a emissão de pelo menos R$ 1 bilhão em debêntures na 13ª emissão, segundo comunicados da companhia ao mercado.

O montante da operação poderá ser ampliado em até 20%. A emissão terá três séries, com a primeira tendo prazo de cinco anos, a segunda sete anos e a terceira 10 anos.

Camil Alimentos (CAML3)

A Camil Alimentos (CAML3) registrou lucro líquido de R$ 78,7 milhões no segundo trimestre de 2025, queda de 33,7% em relação ao mesmo período de 2024.

O resultado foi impactado principalmente pela queda da receita e aumento das despesas financeiras no período.

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O lucro antes de juros, impostos, depreciação e amortização (EBITDA, na sigla em inglês) foi de R$ 250,6 milhões, apresentando redução de 12,9% na comparação anual, com margem EBITDA de 8,4%, praticamente estável (-0,4 p.p.) em relação ao 2T24.

Direcional (DIRR3)

A Direcional Engenharia (DIRR3) disse na noite de quinta-feira que as vendas líquidas do terceiro trimestre cresceram 16% em relação ao mesmo período do ano anterior e alcançaram R$ 1,4 bilhão, conforme prévia operacional.

Cyrela (CYRE3)

A Cyrela (CYRE3) anunciou nesta quinta-feira que o valor dos lançamentos de imóveis no terceiro trimestre disparou 62% sobre um ano antes, para R$ 5,05 bilhões, segundo prévia operacional do período.

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As vendas totais contratadas da companhia somaram R$ 3,55 bilhões, um crescimento de 11% ante o terceiro trimestre do ano passado.

Motiva (MOTV3)

A maior companhia de concessões de transporte do país, Motiva (MOTV3), antiga CCR, anunciou nesta quinta-feira crescimento de 1,6% em setembro sobre um ano antes nos veículos que transitaram por suas rodovias, segundo comunicado ao mercado.

Debêntures

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A Motiva aprovou a 19ª emissão de debêntures simples, não conversíveis em ações, da espécie quirografária, em duas séries, totalizando R$ 1,8 bilhão. A primeira série (7 anos) será de R$ 500 milhões, com juros equivalentes a 100% da taxa DI + 0,47% a.a. A segunda série (12 anos) será de R$ 1,3 bilhão, com juros baseados no Tesouro IPCA+ -0,88% a.a. Os recursos da primeira série reforçarão o caixa da companhia, e os da segunda série financiarão projetos e reembolso de despesas relacionadas.

Taesa (TAEE11)

A Transmissora Aliança de Energia Elétrica (TAEE11) disse na noite de quinta-feira que aprovou a 19ª Emissão de debêntures simples, não conversíveis em ações, no valor total de até R$ 688 milhões, conforme comunicado ao mercado.

As debêntures serão de série única e com prazo de vencimento de sete anos.

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FRAS-LE S.A. (FRAS3)

A FRAS-LE aprovou a 6ª emissão de debêntures simples, não conversíveis em ações, da espécie quirografária, em até duas séries, com vencimento de 5 e 7 anos, valor nominal unitário de R$ 1.000 e montante total de R$ 500 milhões. A emissão seguirá os termos do instrumento particular de escritura das debêntures.

Banco Pine (PINE4)

O Banco Pine aprovou o pagamento de juros sobre capital próprio (JSCP) de R$ 23,2 milhões, equivalente a R$ 0,1025173 por ação. O crédito será feito em 29 de outubro de 2025, considerando a posição acionária de 20 de outubro. A partir de 21 de outubro, as ações passam a ser negociadas “ex” direitos aos JSCP.

Armac Locação, Logística e Serviços (ARML3)

A Armac aprovou JSCP de R$ 21,7 milhões, ou R$ 0,062661 por ação, com base na posição acionária de 14 de outubro de 2025. As ações passam a ser negociadas “ex” JSCP a partir de 15 de outubro. A data de pagamento será definida e comunicada posteriormente.

JHSF Participações (JHSF3)

A JHSF adquiriu participação majoritária da BYS International, empresa de serviços internacionais de charters e venda de grandes embarcações. O setor global de iates e jatos cresceu 13% em 2024, com o mercado de charters estimado em US$ 12,4 bilhões e previsão de atingir US$ 22,7 bilhões até 2034. O fundador da BYS permanecerá como sócio e à frente das operações.

Veste SA Estilo (VEST3) e BTG (BPAC11)

A Veste SA Estilo disse na noite de quinta-feira que o Banco BTG Pactual exerceu o direito de compra de ações e passou a deter 56,8 milhões de ações ordinárias da companhia, equivalendo a 49,71% do capital social.

O BTG também reteve a possibilidade de adquirir 4,4 milhões de ações da Veste, que representam aproximadamente 3,81% do capital da companhia.