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SÃO PAULO – No curto prazo, os fundos de ações são uma opção de investimento mais arriscada, em virtude da atual situação de incertezas que pairam sobre a economia norte-americana e, conseqüentemente, o mercado financeiro.
No entanto, as perspectivas do HSBC para o longo prazo são otimistas. O banco se baseia em três pilares: o forte crescimento de lucros das empresas, a continuidade do processo de corte de juros nos EUA e o crescimento sustentado da demanda por commodities produzidas por companhias brasileiras.
Selic e EUA
Já no curto prazo, o banco enxerga riscos para o desempenho dos fundos de renda variável, diante da confirmação na alta do juro brasileiro – e da possibilidade de que mais reajustes aconteçam – e das turbulências provenientes da crise norte-americana.
Rentabilidade
Dados da Anbid (Associação Nacional dos Bancos de Investimento) revelam que a rentabilidade mensal dos fundos de ações foi, na grande maioria, positiva. De 21 classes dentro desta modalidade de fundo, apenas cinco anotaram variação negativa em abril (até dia 14).