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SÃO PAULO – A moeda norte-americana opera em alta desde a abertura da sessão desta sexta-feira. A alta do petróleo nas últimas sessões e o temor de maior inflação impulsionam o dólar. Além disso, a cotação da moeda norte-americana reflete um movimento de ajuste após seqüência de baixas nas últimas semanas. Nesta sexta-feira, poucos indicadores foram divulgados. Entre eles, a nota de Política Fiscal do Banco Central, que consolida os resultados das contas fiscais do setor público em agosto. O resultado primário do setor público não financeiro em agosto foi superavitário em R$ 10,9 bilhões, e já acumula no ano superávit de US$ 63,7 bilhões ou 5,8% do PIB (Produto Interno Bruto). O desempenho fiscal do setor público manteve a trajetória ascendente dos últimos meses e contribui para um cenário de estabilidade do dólar. O dólar comercial opera cotado a R$ 2,8840 na compra e R$ 2,8870 No ano a desvalorização acumulada da moeda norte-americana Dólar futuro na BM&F Na BM&F, o contrato futuro com vencimento em outubro ontem.
Austeridade na política fiscal
O Governo Central atingiu superávit de R$ 3,8 bilhões; os governos regionais, R$1,6 bilhão; e as empresas estatais, R$ 5,5 bilhões.
Dólar opera em leve alta
na venda, alta de 0,24% em relação ao fechamento anterior. No mercado paralelo, a moeda norte-americana opera negociada a R$
3,1000, representando um ágio de 7,49%
em relação ao dólar comercial.
Apesar desta alta, o
dólar acumula desvalorização de 1,40% em setembro, frente
à baixa de 1,65% registrada no mês passado.
já chega a 0,52%.
também opera em alta
opera cotado a R$ 2.893,
alta de 0,16% em relação ao fechamento
de R$ 2.888
da última quinta-feira. O contrato com vencimento em novembro, por sua vez, opera em leve alta de 0,14%,
atingindo R$ 2.926 frente
à R$ 2.922 do fechamento de