Cosan crê em evolução do plano sobre Raízen e não venderá ativos a qualquer preço

Ele disse que a companhia acredita que a evolução das ‌discussões sobre a Raízen ​possa trazer uma solução satisfatória para o mercado.

Reuters

Ativos mencionados na matéria

Complexo Bolonha é interligado ao Rio Guamá e aos lagos Bolonha e Água Preta
(Foto: Divulgação/Cosanpa)
Complexo Bolonha é interligado ao Rio Guamá e aos lagos Bolonha e Água Preta (Foto: Divulgação/Cosanpa)

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SÃO PAULO, 10 ⁠Mar (Reuters) – O conglomerado Cosan (CSAN3), ⁠que busca zerar em algum momento ‌a dívida da holding, trabalha em estratégias que incluem vendas ‌de ativos, mas isso não será feito a qualquer preço, disse o CEO da companhia, Marcelo Martins, durante teleconferência de ⁠resultados ‌nesta terça-feira.

Martins afirmou também que ⁠a empresa espera ver nos próximos dias novos desdobramentos sobre um plano de uma saída adequada para as finanças ​da Raízen, empresa de açúcar, etanol e distribuição de combustíveis ​na qual a Cosan é sócia juntamente com a Shell.

Ele disse que a companhia acredita que a evolução das ‌discussões sobre a Raízen ​possa trazer uma solução satisfatória para o mercado.

Martins afirmou ainda que está ‘incorreta’ a ⁠informação ​que circulou ​no mercado sobre venda da participação total ⁠pela Cosan na ​empresa de logística ferroviária Rumo.

Mais adiante, a companhia poderia considerar venda ​de alguma participação na Rumo, mas isso depende do ​momento adequado ⁠e da estrutura do negócio, acrescentou ele.

O ⁠executivo disse que nenhum acionista da Cosan pressiona a administração para fazer acordos de venda de ativos a qualquer preço.

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