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O radar corporativo desta terça-feira (10) traz os resultados de Cosan (CSAN3), Direcional (DIRR3), Track & Field (TFCO4), Grupo SBF (SBFG3), Tegma e mais empresas. Além disso, a PetroRecôncavo (RECV3) registra alta de 1,1% na produção de fevereiro.
BRB propõe aumento de capital de até R$ 8,86 bilhões.
Embraer (EMBJ3) afirma já ter gasto US$ 80 milhões em tarifas nos EUA.
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Suzano (SUZB3) aprova emissão de cédulas de produto rural no valor de R$ 2,5 bilhões.
Confira mais destaques:
Direcional (DIRR3)
A Direcional (DIRR3) teve lucro líquido ajustado de R$211,4 milhões no quarto trimestre, alta de 27,7% na comparação anual. A receita líquida da construtora no período cresceu 33%, para R$1,2 bilhão.
Cosan (CSAN3)
A Cosan (CSAN3) teve prejuízo líquido de R$5,8 bilhões no quarto trimestre, representando um recuo de 38% em relação ao prejuízo dos últimos três meses de 2024 de quase R$ 9,3 bilhões.
Grupo SBF (SBFG3)
O Grupo SBF, dono da Centauro, registrou lucro líquido de R$ 327,9 milhões em 2025, queda de 38,8% em relação a 2024. No quarto trimestre, o lucro somou R$ 128,3 milhões, recuo de 5,1% na comparação anual.
O lucro antes de juros, impostos, depreciação e amortização (Ebitda) totalizou R$ 951,1 milhões em 2025, retração de 5,7% ante o ano anterior. A margem Ebitda ficou em 12,3%, queda de 1,8 ponto percentual na mesma base de comparação. No quarto trimestre, o Ebitda foi de R$ 270,7 milhões, recuo de 4,8% ano a ano, com margem de 11,1%, baixa de 1,9 ponto percentual.
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Tegma (TGMA3)
A empresa de logística rodoviária Tegma (TGMA3) teve lucro líquido de R$52,2 milhões no quarto trimestre, queda de 38,7% na comparação com o mesmo período de 2024.
Track & Field (TFCO4)
O lucro líquido ajustado da Track & Field (TFCO4) alcançou R$ 56,5 milhões no 4T25, crescimento de 40,5% na comparação anual. Em 2025, o lucro líquido foi de R$ 171,5 milhões, com avanço de 36,5% na base anual.
O lucro antes de juros, impostos, depreciação e amortização (EBITDA) ajustado consolidado somou R$ 78,3 milhões no 4T25, crescimento de 34,3% em relação ao mesmo período de 2024, com margem EBITDA de 24,2%, alta anual 2,9 p.p.. No ano, o EBITDA atingiu R$ 240,9 milhões, alta anual de 36,3%, com margem de 23,0%.
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Embraer (EMBJ3)
A Embraer (EMBJ3) já pagou US$ 80 milhões em tarifas de exportação aos EUA. Segundo o diretor financeiro da companhia, Antonio Carlos Garcia, as cobranças tiveram início em abril de 2025 e foram interrompidas no mês passado.
BRB
O conselho de administração do Banco de Brasília propôs aos seus acionistas um aumento de capital de até R$8,86 bilhões mediante emissão de ações.
De acordo com comunicado publicado na noite de segunda-feira, a proposta do BRB prevê a emissão para subscrição privada de até 1,68 bilhão de ações ordinárias a um preço de R$5,29 por ação, representando um prêmio de 12,8% em relação ao preço de fechamento do pregão de segunda-feira de R$4,69.
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Suzano (SUZB3)
O Conselho de Administração da Suzano (SUZB3) aprovou a realização da 2ª emissão de de cédulas de produto rural com liquidação financeira (CPR-Fs), em até 2 séries, no montante total de R$ 2,5 bilhões.
PetroRecôncavo (RECV3)
A PetroRecôncavo (RECV3) registrou uma produção média do mês de fevereiro foi de 24,4 mil barris de óleo equivalente por dia (boed), crescimento de 1,1% em relação ao mês anterior.
Segundo a petrolífera, o incremento de produção tem como principal causa a entrada de poços em produção após execução de projetos de workover nos Ativos.
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Grupo SBF (SBFG3)
O Grupo SBF informou que recebeu comunicação do JP Morgan de que sociedades controladas pelo banco venderam 388.055 ações ordinárias da companhia em 6 de março de 2026. Com a operação, a participação do grupo econômico do banco caiu para 4,91% do total de ações ordinárias da empresa.
Log Commercial Properties (LOGG3)
A Log Commercial Properties comunicou que recebeu correspondência da Fidelity LLC (FMR LLC) informando que sua participação na companhia passou a 4.511.694 ações ordinárias, equivalente a 4,864% do total de ações emitidas.
Unifique (FIQE3)
A Unifique (FIQE3) aprovou a emissão de debêntures simples, não conversíveis em ações, em série única, perfazendo o montante total da emissão de R$ 500 milhões.