Copasa diz que não define termos da privatização e mudanças partiram do Estado de MG

Operação envolve exclusivamente ações detidas pelo Estado de Minas Gerais.

Felipe Moreira

Ativos mencionados na matéria

Reprodução: Copasa
Reprodução: Copasa

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A Copasa (CSMG3) esclareceu à Comissão de Valores Mobiliários (CVM) que não tem poder de decisão sobre os termos da oferta pública de ações ligada ao processo de desestatização da companhia, já que a operação envolve exclusivamente ações detidas pelo Estado de Minas Gerais.

A estatal afirmou que atua apenas em regime de cooperação e que divulgou tempestivamente todas as informações recebidas do governo mineiro sobre mudanças na oferta. Entre as alterações anunciadas estão a redução da quantidade máxima de ações adicionais e a definição do preço mínimo da oferta em R$ 47,23 por ação.

O comunicado foi divulgado após notícias de que Aegea e Equatorial Energia teriam apresentado propostas abaixo do piso estipulado para a privatização da companhia.